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Graças à tecnologia, pode-se cuidar melhor da saúde das pessoas


A utilização da tecnologia pelo setor da saúde tem permitido obter resultados cada vez mais visíveis e eficientes em favor do paciente.

Isso tudo graças ao desenvolvimento de novos equipamentos que vem possibilitando diagnósticos cada vez mais precisos, além de terapias personalizadas e menos invasivas, melhorando não apenas o tratamento, mas permitindo a prevenção de doenças.

Um exemplo já existente e que está se disseminando entre os hospitais de ponta no Brasil é a combinação de diferentes tecnologias, como é o caso da sala híbrida.

Trata-se de uma sala cirúrgica na qual estão vários equipamentos avançados de imagens como angiografia, tomógrafo ou ressonância magnética.

Esses equipamentos permitem a realização de procedimentos minimamente invasivos, que obviamente são bem menos traumáticos para o paciente.

E o uso do sistema de imagem oferece uma série de vantagens para a resseção robótica de tumores, sendo uma delas o ganho de tempo, visto que essas imagens estão a disposição antes da operação e, além disso, os tumores ficam bem localizados e visíveis nesse sistema.

Na área de medicina nuclear um exame chamado PET-CT, ou seja, tomografia por emissão de pósitrons combinada com tomografia computadorizada, é atualmente um dos mais modernos e poderosos, utilizado na avaliação de pacientes com câncer, e nele o equipamento combina duas modalidades em um único sistema: a medicina nuclear e a radiologia.

Na realidade com este exame, o medico tem uma imagem obtida por medicina nuclear fusionada com uma imagem de tomografia.

A primeira traz informações sobre o metabolismo do paciente, identificando como as células dele estão respondendo ao exame.

E quando se acopla esta imagem à tomografia, consegue-se ter informações anatômicas, ou seja, quando a imagens da tomografia é sobreposta, o medico consegue uma visão anatômica perfeita sobre a localização do tumor e pode distinguir exatamente em que região isto acontecendo o processo de lesão.

Se a combinação de diferentes tecnologias tem trazido bons resultados para os cuidados da saúde, muito mais está chegando para este setor ao se lidar eficientemente com o conceito de big data, ou seja, ao se administrar corretamente o volume brutal de dados que o setor gera e que não estão em muitos casos armazenados de forma estruturada.

Assim, por exemplo, quantas vezes um exame precisa ser refeito porque a pessoa o perdeu?

Não seria bom que toda a série de exames médicos que fazemos ao longo da nossa vida estivesse armazenada bem como os diagnósticos e todo o histórico do que aconteceu conosco?

Sem dúvida, pois isso se transformaria numa tremenda ferramenta de conhecimento e de apoio às decisões futuras dos médicos que forem atender um paciente.

O uso do conceito de big data vem crescendo em diversas áreas da saúde. Se em 2012 foram gastos no mundo algo próximo de US$ 6 bilhões em big data, a estimativa é que até o final de 2018 essa cifra chegue a US$ 40 bilhões o que tem feito várias empresas voltar-se para o desenvolvimento de algoritmos e soluções do tratamento de grandes conjuntos de dados.

Uma delas é a Siemens, que já está oferecendo várias delas, além de garantir a segurança destes dados, ou seja, a privacidade dos dados sobre a saúde das pessoas!!!

Uma delas é o teamplay, uma plataforma que auxilia na gestão ao permitir o compartilhamento do conhecimento sobre equipes de vários locais e disponibilizar, por exemplo, informações sobre a dose de radiação emitida pelas máquinas ou para operador – o que garante mais controle da qualidade do serviço oferecido aos pacientes e mais segurança para quem opera o equipamento.

Teamplay-da-Siemens

Aplicativo Teamplay da Siemens.

E assim pode-se responder de forma indiscutível a boa pergunta: por que as pessoas vivem cada vez mais tempo?

Certamente por três motivos: o primeiro é a invenção de remédios cada vez mais eficientes e poderosos desenvolvidos especialmente nos últimos 100 anos, o segundo é essa incrível evolução da tecnologia, particularmente nas últimas três décadas, e, terceiro, naturalmente pela formação de médicos, como os que trabalham na Unimed, que conhecem os remédios, as novas tecnologias e são especializados nos diversos problemas que atrapalham ou impedem as pessoas de serem saudáveis.

Sem dúvida, não é mais nenhum sonho dizer que cada vez mais pessoas passarão dos 100 anos tendo uma vida social bem ativa!!!

 

Eudes de Freitas Aquino

Dr. Eudes de Freitas Aquino, presidente da Unimed do Brasil

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