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A arquitetura global cada vez mais imponente!!!


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O livro no qual Ruy Ohtake descreve as suas obras.

Caixas de vidros enormes brotam rapidamente nos grandes centros financeiros como Hong Kong, Xangai, Dubai, Tóquio, São Paulo, Sydney, Londres etc., reproduzindo um modelo de arquitetura global.

É verdade que algumas – tendo nos seus projetos a assinatura de arquitetos estrelados – brincam com a geometria de maneira abusada,  desafiando a gravidade.

De aço escovado e revestidas de espelho – que refletem o sufoco quase asfixiante das metrópoles – essas torres comerciais são o retrato fiel do crescimento econômico dos  países (apesar de transitórias crises em que têm vivido…)

No caso específico de São Paulo, arquitetos de escritórios como Botti & Rubin, Aflalo & Gasperini e Vannucchi & König etc., são os responsáveis por mudar radicalmente o visual que margeia o rio Pinheiros, ou seja, trouxeram para a capital paulista o modelo skyline (a silhueta no horizonte) das cidades globalizadas.

Não se podem esquecer nomes como o de Isay Weinfeld, que inovou bastante nos seus empreendimentos comerciais, e das criações exóticas de Ruy Ohtake, tanto pelo colorido pink dos vidros espelhados do instituto Tomie Ohtake como no estilo do hotel Unique.

Edifício 360º de Isay Weinfeld em São Paulo.

Edifício 360º de Isay Weinfeld em São Paulo.

Especificamente sobre Ruy Ohtake, pode-se dizer que ele levou ao paroxismo o uso das linhas curvas – o mais recente exemplo é o seu Aquário do Pantanal, em Campo Grande, em forma de zepelim, um corpo cilíndrico e arrojado, cujas obras foram retomadas em abril de 2016 – como é contado no seu livro Ruy Ohtake – 4 Décadas. Ele é autor de 420 obras espalhadas pelo Brasil, umas três centenas delas em São Paulo. Ruy Ohtake, na opinião do crítico norte-americano Paul Goldeberger, está no mesmo patamar que alcançado pelo arquiteto canadense Frank Gehry (autor, por exemplo, do museu Guggenheim de Bilbao) ou do arquiteto norte-americano Richard Meier (prêmio Pritzker de 1984 , o mais importante galardão entre os arquitetos).

Claro que existem peculiaridades em cada país, porém os prédios comerciais estão cada vez mais parecidos. Apesar dessa similaridade – até o olhar mais atento tem dificuldades para notar que país sedia este ou aquele exemplar de modernismo arquitetônico – investidores, arquitetos e construtores não podem negligenciar certos aspectos culturais na elaboração de um projeto.  Na Índia, por exemplo, os prédios precisam seguir uma espécie de feng shui, batizada de uastu, cujas regras determinam o posicionamento do edifício e por onde entra e sai o ar.  Na China, onde tudo é superlativo, especialmente os novos edifícios não fogem à regra, particularmente os que têm mais de 100 m2!!!

Nas especificidades técnicas, Brasil e Índia exigem prédios com ventilação cruzada, algo totalmente dispensável em Londres ou Nova York. O edifício Taipei 101, em Taipei (Taiwan), precisou da inclusão de “reforços” para aguentar possíveis terremotos, como também é o caso dos arranha-céus no Japão. Para o mais alto edifício do mundo – o monumental Burj Khalifa, de 829 m de altura – no qual se mesclou moradia (mais de mil apartamentos, trabalho (com seus escritórios comerciais) e lazer (com o hotel Armani), foi necessário tomar muito cuidado com a força do vento.

Nos Estados Unidos da América (EUA), os apartamentos têm ar-condicionado central, o que dispensa o uso de janelas em ambientes como cozinha e banheiros!?!?  Aqui, no Brasil, considere-se imprescindível que haja iluminação natural e janelas para todos os lados. Aliás, devemos nos orgulhar, pois todos os escritórios internacionais de arquitetura que estabeleceram entre nós suas filiais, consideram a arquitetura residencial brasileira uma das mais sofisticadas do mundo!!!

Entretanto, na utilização de materiais e técnicas, o Brasil ainda demonstra um certo atraso em relação aos países desenvolvidos.  Assim, nos EUA, há um bom tempo usam-se softwares que possibilitam a produção de peças numa fábrica desenhadas, nas dimensões reais e com as características projetadas por arquitetos e engenheiros.

Durante décadas, a mentalidade brasileira foi de fazer o mais simples possível para vender o mais barato possível!?!? Com o passar do tempo, houve uma reorientação e nos seus projetos, nossos arquitetos estão agora incluindo o uso de materiais diferenciados e também as construções pré-moldadas. Em especial, eles também voltaram-se para empreendimentos sustentáveis, que inclusive permitem o menor gasto possível de energia e apresentam áreas de convivência com poltronas ao ar livre rodeadas de plantas.

A preocupação com o meio ambiente tornou-se inerente ao futuro da construção. Aliás, o marketing verde ganhou tamanha proporção que o termo sustentabilidade chega a ser usado de forma leviana.

Em São Paulo, principalmente, até para minimizar a falta de uma adequada infraestrutura urbana, surgiram muitos edifícios corporativos autossuficientes, verdadeiras ilhas high-tech, tendo seus próprios sistemas de cogeração de energia, alimentadas por gás natural, atendendo 100% dos empreendimentos!!!

Não se pode esquecer que nessa era de urbanização cada vez mais intensa, a altura e a imponência colocam um prédio em evidência, não importa em que país ele foi erguido. Dessa maneira, projetar edificações cada vez mais sofisticadas tornou-se tão importante quanto construir um lugar para viver, trabalhar ou se divertir. E isso fez com que surgisse a arquitetura do espetáculo!!! Por exemplo, quem estiver no observatório do Burj Khalifa consegue “enxergar” pontos a 95 km de distância, ou seja, é algo como estar em Campinas e poder ver São Paulo, o que obviamente incita a curiosidade dos turistas.

Caro leitor(a) da Critática, quais são, na sua opinião, as dez edificações mais espetaculares erguidas nos últimos 15 anos?

Pesquise e quem sabe incluirá entre elas algumas das cidades asiáticas e, obviamente, não deixará de incluir o que surgiu no lugar das Torres Gêmeas em Nova York!?!?

Sugestão de Leitura:

Conteúdo produzido pela redação da revista Criática.

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