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As invenções e as inovações estão alterando cada vez mais a vida das pessoas


Inicialmente é preciso entender que inovação é a invenção que obteve sucesso comercial, que foi aceita pela sociedade, que possibilitou um salto na qualidade de vida dos seres humanos e, de uma certa maneira, permitiu manter a sustentabilidade do planeta.

Assim, deve-se destacar, por exemplo, o processo de pesquisa e desenvolvimento (P&D) em que está envolvida a empresa Hyperloop Transportation Technologies (HTT). Ela acabou de fechar um contrato para construir na Índia um hyperloop, ou seja, um trem de alta velocidade (TAV) de levitação magnética, capaz de deslocar-se a 1.200 km/h. O governo indiano está acreditando que o hyperloop poderá aos poucos ser implantado em vários trechos do seu transporte férreo, que carrega mais de 40 milhões de pessoas por dia valendo-se de 12 mil trens.

E não é só a Índia que está seguindo por esse caminho. Abu Dhabi também fechou um acordo com a HTT para construir um hyperloop naquele emirado. Vale ressaltar que, diferentemente do maglev – o TAV que viaja até 600 km/h e que existe no Japão e na Alemanha –, o trem hyperloop é uma cápsula coberta por um tubo, o que lhe permite chegar a uma velocidade de 1.200 km/h!!!

No âmbito da aviação, estão bem avançados nos Estados Unidos da América (EUA), na Rússia, e em Israel as pesquisas para que em breve se tenha um avião comercial sem piloto.

Aliás, o banco suíço UBS está prevendo que isso começará a acontecer já a partir de 2040, o que irá gerar uma economia anual para as empresas aéreas que atuam nos EUA, Europa e Ásia da ordem de US$ 35 bilhões, principalmente por causa do custo dessas companhias com os pilotos, que chega a US$ 26 bilhões (e que obviamente ficariam desempregados…).

E tudo indica que voar de avião será mais seguro ainda, visto que, segundo a Agência Federal de Aviação dos EUA, 80% dos acidentes são causados por fatores humanos, e os 20% restantes acontecem por causa da fadiga de algum material da aeronave.

Deve-se recordar, entretanto, que nunca foi tão seguro voar como nos últimos anos. As estatísticas de 2016 indicam que esse foi o ano com o menor índice de acidentes por milhão de voos realizados. Aliás, a operação dos aviões atualmente já é muito automatizada, com os pilotos basicamente interferindo apenas quando as aeronaves decolam e pousam.

Outro setor que vale a pena mencionar – e que movimenta cerca de US$ 100 bilhões por ano em todo o mundo – é o da manufatura do couro, onde um grande avanço está prestes acontecer.

Vale lembrar que a fabricação do couro é uma atividade bem desagradável. Em Londres, no século XVIII, as peles em estado de putrefação eram deixadas de molho em uma solução de urina e cal, a fim de separar o couro propriamente dito dos restos de carne do animal. Em seguida, com o objetivo de amaciar e preservar esse couro, eram aplicados sobre ele fezes de cachorro, o que produzia um odor horrível. Essa prática durou até que a atividade fosse proibida na cidade.

Em países como Índia e Japão, o ofício de lidar com o couro caracterizava negativamente não só as pessoas como também os lugares onde isso era feito, ao ponto de a atividade somente ser praticada por párias sociais, como os dalits (Índia) e os burakumin (Japão).

Atualmente, embora os métodos modernos não sejam tão nauseabundos como os empregados há dois ou três séculos, eles ainda utilizam outras substâncias químicas com propriedades bastante cáusticas. Além disso, não se pode esquecer que por utilizar peles de animais como matéria-prima, a indústria do couro vive sendo criticada (ou até atacada) por conta da sensibilidade de muita gente no que deveria ser uma melhor relação (!?!?) dos seres humanos com outros animais.

Pois bem, a empresa norte-americana Modern Meadow está bem avançada na arte ainda experimental de cultivar o couro!!! E para conseguir isso, a empresa vem utilizando uma variedade de fungos, formulada geneticamente para produzir uma proteína idêntica ao colágeno bovino.

Importante lembrar que o colágeno é a principal proteína estrutural do corpo dos animais, responsável por conferir força e elasticidade à pele. O colágeno é formado por longas cadeias de aminoácidos, componentes elementares de todas as proteínas, que se entrelaçam de três em três para formar hélices triplas, as quais, por sua vez, enovelam-se para produzir fibras. Nas peles dos animais, tanto a síntese das cadeias iniciais de aminoácidos como um subsequente entrançamento em fibra é obra de um tipo especial de célula chamada fibroblasto.

Uma técnica fundamental já dominada pelos bioengenheiros da Modern Meadow é a de estimular com que as cadeias de aminoácidos produzidos pelos fungos se entremeiem para formar fibras sem que seja necessária a intervenção de fibroblastos.

Uma vez obtidas essas fibras, não é difícil fazer com que elas se organizem em camadas que, para todos os efeitos e fins, são peças de couro cru. Por sua vez, tais peças de couro cultivado podem ser submetidas aos procedimentos tradicionais de curtimento, tingimento e acabamento.

Tudo indica que esse couro cultivado industrialmente terá muitas vantagens sobre aquele extraído de animais. Uma delas é a produção de lâminas retangulares do material que serão muito mais convenientes na hora da manipulação que as peças naturais, uma vez que estas últimas acompanham as formas irregulares dos animais dos quais foram obtidas.

Outra vantagem é a maior consistência, pois o couro cultivado não apresentará cicatrizes, marcas e outras imperfeições que o couro natural costuma ostentar. Tampouco o material irá variar de animal para animal.

São essas características do couro cultivado que irão reduzir o desperdício e aumentar a qualidade dos produtos feitos com ele. Além disso, essa novidade irá aplacar a ira dos que não concordam com o sacrifício de animais, para que assim as pessoas possam finalmente calçar bons sapatos ou se sentar em cadeiras com estofamentos luxuosos feitos com peles de animais em extinção!!!

Conteúdo produzido pela redação da revista Criática.

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