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A economia criativa manterá os seres humanos trabalhando?


Aprender a pensar sobre as oportunidades de abrir negócios nos setores da economia criativa (EC) será cada vez mais o foco das publicações da DVS Editora e do grupo de seus autores e colaboradores externos ligados ao mesmo tema.

Isso será feito com mais intensidade nas conferências oferecidas com palestras de profissionais bem-sucedidos nos vários campos da EC, nos cursos (ou workshops), além inclusive do desenvolvimento de consultorias.

Em 2017, esperamos tornar a revista Criática mensal, apesar de que os seus artigos são apresentados quase cotidianamente, num total sempre de pelo menos 18, para que cada setor seja agraciado com algum relato de relevância, como descrito no livro de Victor Mirshawka, Economia Criativa: Fontes de Novos Empregos (2 volumes). Este livro está na sua primeira edição, mas provavelmente todos os anos sofrerá atualizações, acrescentando-se as novidades que ocorrem em cada um dos setores criativos e, principalmente, destacando as novas possibilidades para que alguém empreenda neles com sucesso.

Há um bom tempo, mais precisamente em 2004, Victor Mirshawka escreveu o livro Empreender é a Solução (que teve quatro edições), no qual enfatizou que para vencer o drama do desemprego era vital ter o engajamento de um número cada vez maior de pessoas no empreendedorismo.

Em 2016, o desemprego atingiu quase 12 milhões de pessoas no Brasil!?!? Ser um empreendedor não é fácil e muitos livros foram escritos sobre o tema, inclusive a DVS Editora publicou o excitante livro Diário de um Motociclista sobre o Empreendedorismo, do autor Dwain Deville. editorial-1

Nesse livro, Dwain Deville responde a pergunta: o que os empresários e empreendedores têm em comum com os motociclistas? E aí ele explicou: “Mais do que você pode imaginar. A sensação de liberdade proporcionada por uma estrada aberta e veloz é um prolongamento concreto do espírito empreendedor – a coragem de demarcar seu próprio caminho e de vencer à sua maneira e de acordo com as condições que deseja. O motociclismo é uma excelente alternativa de relaxamento e diversão para executivos que levam uma vida extremamente atribulada. Mas essa paixão não serve apenas para descarregar as energias e desabafar. Com o motociclismo, você pode aprender muita coisa sobre o sucesso – tanto na vida pessoal quanto na profissional.”

Naturalmente, a metáfora do motociclismo é muito interessante também para quem quer empreender em algum setor da EC. Porém, para se desenvolver, ou seja, evoluir em quase todos os setores criativos, é vital que o(a) empreendedor(a) conte com algum tipo de patrocínio. É por isso que a DVS Editora publicou o livro Manual do Patrocínio, escrito por Pippa Collett e William

Fenton, no qual se abordam os pontos de vista dos patrocinadores e dos detentores de direitos, fornecendo uma visão sobre esses dois mundos, sendo uma leitura vital para qualquer profissional de marketing empenhado em construir alguma marca usando o patrocínio.

Sem dúvida, para atuar em algum dos 18 setores da EC, uma competência que a pessoa deve ter é a de colocar-se como um indivíduo criativo, aquele que para a pergunta: “Quando foi a última vez que você fez algo pela primeira vez?” não titubeia e responde rapidamente: “Ontem!!!”. Aliás, quem não puder responder a essa questão graças a fato de ter entrado em contato com algo novo, em curtos lapsos de tempo, mostra que não é curioso, que não participa de ações diferentes, não se liberta do que é rotineiro!?!? editorial-2

Para aprender a ser mais criativo, já há um bom tempo foram lançados pela DVS Editora os livros Qualidade da Criatividade (2 volumes) de autoria de Victor Mirshawka Jr. e Victor Mirshawka (em 2003); Pense Melhor, de autoria de Tim Hurson (em 2008); Chi-Mental: Reprograme seu Cérebro Diariamente em Apenas 8 Minutos (em 2012), escrito por Richard Israel e Vanda North. No livro Qualidade da Criatividade, descreve-se o desenvolvimento da criatividade e apresentam-se algumas técnicas para a solução criativa de problemas, especialmente aquela desenvolvida inicialmente por Alex Osborn e depois aperfeiçoada por Sidney J. Parnes, que é constituída de seis etapas e em cada uma delas há dois momentos: divergência e convergência.

As etapas são:
1ª) Definição de objetivo (ou descoberta da “confusão”).
2ª) Descoberta ou coleta de dados.
3ª) Definição do problema.
4ª) Geração de ideias.
5ª) Definição da solução.
6ª) Definição (ou descoberta) de aceitação.

Por seu turno, Tim Hurson procurou no seu livro explicar como cada pessoa pode utilizar o pensamento produtivo (ou tenkaizen, com ten significando “direito” ou “tradição”, kai, “mudança”, e zen, que significa “para melhor”). Com ele – o pensamento produtivo –, cada pessoa poderá criar o futuro, pois terá aptidão para imaginá-lo.

O livro de Richard Israel e Vanda North, ou seja, Chi-Mental, é incrível. Da mesma forma que o tai chi chuan tem sido usado ao longo dos séculos para equilibrar o corpo e a mente de uma pessoa, o programa Chi Mental ajuda o(a) leitor(a) a incrementar significativamente sua energia mental, tornando-se mais eficaz em tudo o que faz, ou seja, sendo mais criativo(a).

Para se chegar a esse patamar, basta fazer diariamente, durante 8 min, os seguintes passos: respire, concentre-se, adapte, associe, conscientize-se, escolha, planeje e sinta-se agradecido!!!

É um livro de fácil leitura, oferecendo dicas convincentes para poder realizar mudanças extraordinárias, exemplificando isso com 50 estratégias de sucesso no uso do programa Chi Mental para alcançar seus objetivos, aumentar suas habilidades, incrementar as vendas, melhorar sua comunicação, valer-se da inteligência no trabalho, desenvolver um bom relacionamento, manter boa saúde e elevar seu autoconceito.

Pode-se dizer que o livro A Fina Arte do Sucesso, escrito por Jamie Anderson, Jörg Reckhenrich e Martin Kupp é uma leitura mais do que recomendável para todo aquele que deseja compreender como se pode lucrar no setor das artes, visuais e da música. Mas é também um livro inovador para que os gestores de um modo geral possam buscar ideias sobre inovação, criatividade e visão a partir do sucesso nos seus negócios, obtidos por ícones como Madonna e Picasso, citando apenas dois nomes dos vários abordados na obra.
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A DVS Editora está se especializando em publicar livros ligados aos diversos temas da EC. Esse é o caso de Construindo um Negócio Melhor com a Utilização do Método Lego® Serious Play®, de autoria de Per Kristiansen e Robert Rasmussen, um livro no qual os autores enfatizam o uso lúdico dos blocos Lego (certamente o brinquedo que a maioria das crianças do mundo já manuseou), com os quais se pode estabelecer construções que sirvam para solucionar problemas organizacionais, bem como estimular a criatividade. Salientam os autores: “Ao se usar os blocos Lego, pode-se criar conhecimento através da construção de coisas. Dessa maneira, recorre-se ao pensamento concreto, deixando de lado o pensamento formal abstrato.

Além disso, utiliza-se bastante a mão como a linha de vanguarda da mente de cada um. Todos compartilham a ideia básica de que os humanos têm uma habilidade única para formar imagens ou para imaginar alguma coisa, não apenas para espelhar a realidade, mas também transcendê-la. A imaginação é a nossa capacidade mental de conceber o que não é, sendo a criatividade a imaginação aplicada, a qual se chega mais facilmente através do método Lego® Serious Play®, no qual se refere à ação combinada de três tipos de imaginação, ou seja, a imaginação estratégica.

Imaginação descritiva tem como finalidade suscitar imagens que des­crevem o mundo complexo e confuso lá de fora!!! Esta é a ima­ginação que rearranja dados e informações, identifica padrões e regularidades na massa de dados que análises rigorosas geram, e informa por julgamentos baseados em anos de experiência.

Já imaginação criativa nos permite ver o que não está lá (!!!). Ela sus­cita verdadeiras novas possibilidades de combinação, recombi­nação e transformação de coisas ou conceitos. Enquanto que a imagina­ção descritiva nos permite ver o que está lá (mas de uma nova for­ma), a imaginação criativa nos permite ver o que não está lá (ain­da…).

Por seu turno, a imaginação desafiadora é aquela através da qual negamos, contradizemos e até destruí­mos o senso de progresso das imaginações descritiva e criativa.

Os blocos Lego auxi­liam as pessoas a aplicarem a imaginação descritiva para dar sentido ao que está acontecendo no momento. Depois, eles podem usar a imaginação desafiadora para formar imagens de como eles po­deriam mudar essa situação e, finalmente, empregam a imaginação criativa para criarem um novo cenário e poderem avançar. A imaginação estratégica é, assim o processo que surge da interação complexa entre os três diferentes tipos de imaginação.”

Para quem milita particularmente na indústria cinematográfica, recomenda-se a leitura do livro Cinema: Roteiro, de autoria de James McSill e André Schuck, no qual eles destacam: “Terminar de escrever um roteiro é uma grande conquista. Escrever é reescrever!!! Se você nunca leu essa frase ou se torce o nariz quando a ouve, saiba que não há escapatória. Isso porque depois de acabar a primeira versão de seu roteiro, chamada por muitos profissionais de rascunho, chegou a hora de reescrevê-lo!!! Grandes roteiristas sabem a importância de revisar um texto e muitas vezes levam mais tempo para reescrever do que para fazer a primeira versão. A capacidade de achar os pontos fracos, deixar o texto fluido, adicionar elementos que deixem os personagens ou a trama mais instigantes e muitos outros pontos é o que separa os roteiristas de sucesso daqueles que dificilmente alcançarão seus objetivos. Para adquirir a capacidade de analisar e mudar o que é preciso, só existe uma maneira, praticando!!!

Em toda atividade, o que realmente nos molda e nos torna bons profissionais é a prática. Da profissão mais simples a mais complicada, não há no mundo um profissional renomado que não tenha passado horas, dias, meses, anos se aprimorando. O mesmo tem que ser feito com a capacidade de escrever e reescrever.” editorial-5
No campo da gastronomia e mais, particularmente, para estabelecer uma revolução no cérebro que faça uma pessoa perder peso, a DVS Editora publicou o livro da premiada pesquisadora Georgia D. Adrianopoulos Reeduque seu Cérebro, Remodele seu Corpo, no qual ela descreve um programa simples e fácil de aplicar, que ajuda de maneira significativa uma pessoa para reequilibrar e reeducar seu cérebro. Assim, em poucos dias, ela conseguirá eliminar as ânsias por comida que a fazem comer demais. Diz Georgia D. Adrianopoulos: “A perda de peso ainda é uma questão de comer menos e exercitar-se mais, de consumir menos calorias e queimá-las de forma mais eficiente. E as centenas de dietas existentes, em sua maioria, são formas sensatas e saudáveis de fazer exatamente isso. Mas você pode entrar numa dieta atrás da outra, e talvez já o tenha feito, e são grandes as chances de que continuará a recuperar qualquer peso que perca.

Qual é o motivo?

A dieta ataca somente os sintomas do seu problema de peso, não a causa. Para sair da montanha-russa da perda de peso seguida da recuperação de peso, você terá que reeducar o único órgão do seu corpo que realmente administra o comportamento alimentar e o seu peso: o seu cérebro!!! E creio que ensino como fazer isso no meu livro.”

Todo aquele envolvido com pesquisa e desenvolvimento (P&D), certamente, está inclinado a chegar a invenções que acabem se tornando inovações, ou seja, produtos e serviços úteis para os seres humanos. Justamente para difundir de uma forma didática os procedimentos que se deve seguir, o ambiente que se deve implementar e o método para se chegar às inovações, já estão à disposição os seguintes livros:

Os Verdadeiros Heróis da Inovação, escrito por Matt Kingdon, no qual ele ensina a maneira para desbloquear o crescimento nas grandes organizações aproveitando-se da serendipidade.

Estreitando a Lacuna da Inovação, cuja autora Judy Estrin destaca que a excelência construída nos Estados Unidos da América (EUA) está alicerçada em sua capacidade de projetar, investigar e inovar. Ela apresenta uma nova visão para a importância da inovação para o futuro de qualquer país, salientando os problemas que uma nação deve sobrepujar para tornar-se eficaz em P&D.

A Roda da Melhoria, no qual Victor Mirshawka e Victor Mirshawka Jr. explicam como utilizar os 8 Is (iniciativa, informações, ideias, inovação, insistência, integração, implementação, introspecção) para desenvolver um processo de melhoria contínua.

Dez Tipos de Inovação, no qual os autores Larry Keeley, um líder em inovação eficaz; Ryan Pikkel, um estrategista em design; Brian Quinn, um roteirista incrível; e Helen Walters, a redatora, editora e pesquisadora da empresa de consultoria Doblin, explicam que existem (e sempre existiram) dez tipos de inovação (10 TI) distintos que precisam ser coordenados com certo cuidado para que se possa criar uma inovação revolucionária!

Olhe Mais Além, no qual o autor Andy Stefanovich oferece diversas abordagens criativas para transformar você e sua empresa. De acordo com ele, os cinco princípios que desencadeiam a criatividade dentro das organizações são:

A atmosfera (mood), ou seja, são as atitudes, os sentimentos e as emoções que criam o contexto para a inspiração e a criatividade.

A mentalidade, isto é, o alicerce intelectual e a capacidade que cada um de nós possui para se inspirar e pensar de maneira diferente.

Os mecanismos, destacando a utilização de ferramentas e dos processos de criatividade.

A mensuração, mais precisamente o desempenho qualitativo e quantitativo e a orientação para oferecer um feedback crítico

O momentum, ou seja, a defesa e a celebração contínuas da inspiração e da criatividade para gerar um ciclo autorreforçador que germina a inovação.

O setor editorial garante não só apenas aos autores, mas também para aqueles que publicam, os conteúdos nas diversas plataformas uma importante fonte de receitas. Uma das coisas mais importantes para ter sucesso como escritor é saber elaborar narrativas atraentes, baseadas nos 3 Fs, ou seja, em fatos, na ficção e na fantasia.

editorial-6Para adquirir essa competência, uma ideia é a de ler com atenção o livro 5 Lições de Storytelling, escrito por James McSill, um dos consultores literários mais bem-sucedidos do mundo.

Nos livros Conteúdo S.A e Marketing de Conteúdo Épico, de autoria de Joe Pulizzi, o autor ensina como realmente se deve proceder para atrair o(a) leitor(a) ou telespectador(a) para o que se busca anunciar, um assunto que preocupa todo aquele que atua no setor de publicidade e propaganda.

Além deles, deve-se destacar os livros O Estrategista em Mídia Sociais, de Christopher Barger, e Monitoramento e Métricas de Mídias Sociais: Do Estrategista ao CEO, de Diego Monteiro e Ricardo Azarite.

Christopher Barger alerta: “Não há nada pior para uma empresa que manter: 1º) Uma página oficial no Facebook na qual nenhuma pergunta ou nenhum comentário da comunidade é respondido; 2º) Uma conta no Twitter que não recebe qualquer postagem por dias ou até semanas; e 3º) Um canal de vídeos no YouTube que apresente os mesmos três vídeos (em geral, comerciais) por semanas e até meses. Não transforme seu programa de mídias sociais em um cachorrinho pequeno com um osso gigante na boca. Comece com aquilo que de fato conseguirá gerenciar, então cresça e alcance o sucesso desejado.”

Já Diego Monteiro e Ricardo Azarite salientam: “As informações que podem ser coletadas por meio das mídias sociais são de importância vital para a área de marketing, ou seja, para se poder fazer as convenientes campanhas de publicidade.”
editorial-8Atualmente, estão crescendo cada vez mais os programas humorísticos, especialmente nos canais de televisão e também nas concorridas apresentações nos teatros, ou seja, os comediantes estão sendo cada vez mais assistidos nas apresentações ao vivo. Tudo isso é muito bom, e as pessoas, de um modo geral, precisam rir mais de forma espontânea, como conta Victor Mirshawka
no seu livro Há! Há! Há! – O Bom, o Ruim e o Interessante do Humor. Aliás, destaca o autor: “Rir e fazer rir são sinais evidentes de inteligência e sensibilidade. Atualmente, o que os homens têm em comum com as mulheres nesse território do humor é que ambos podem ter sucesso para fazer os outros rirem. Em vista disso, nessas últimas três décadas, começaram a surgir muitas mulheres desenvoltas, criativas e engraçadas no campo do humor. É por isso que temos agora uma geração de pais e mães que incentivam a graça de suas filhas engraçadas, pois existem muitos espectadores que querem ouvir e se divertir com as humoristas que têm competência especial para satirizar muitas coisas que os homens não conseguem…”

Sem dúvida, uma profissão que dificilmente será ocupada por um robô inteligente é a de um(a) comediante, não é?

No que se refere à importância dos videogames, foram lançadas as obras Gamificar – Como a Gamificação Motiva as Pessoas a Fazerem Coisas Extraordinárias, cujo autor é Brian Burke, e Gamification, escrito por Flora Alves, nos quais se aprende que a gamificação, na sua essência, consiste no processo de utilização de pensamento de jogos e a sua dinâmica para engajar audiências e resol­ver problemas. Em outras palavras, é a utilização de técnicas de games para tornar as várias atividades mais divertidas e engajadoras. E não se pode esquecer que até 2020, tudo indica que as pessoas viverão de maneira bastante diferente, graças às tecnologias que estão emergindo. Assim, os computadores não saberão apenas onde você está, mas eles serão capazes de:
1º) Saber o que está fazendo.
2º) Ter a percepção do seu estado de espírito.
3º) Aprender seus hábitos.
4º) Compreender suas necessidades.
5º) Oferecer as informações de que precisa, na hora e no lugar certos.

Finalmente, um dos últimos lançamentos da DVS Editora foi o livro de Geoff Colvin, Os Humanos São Subestimados, no qual ele procurou descrever o que as pessoas de sucesso no mercado de trabalho sabem que as máquinas, por mais espertas ou brilhantes que sejam, jamais saberão!!!

Você sabe quais serão as habilidades humanas que continuarão a ter elevado valor no futuro, garantindo para as pessoas os seus empregos, à medida que o poder da tecnologia ficar cada vez mais impressionante?

Uma das melhores respostas para essa questão é: preservarão seus empregos aqueles que forem úteis ou indispensáveis para a manutenção e o progresso dos setores que constituem a EC!!!

Percebe-se que o portfólio de livros da DVS Editora, ligado de forma direta ou indireta à EC, já é bem significativo e ele irá crescer com a publicação num futuro próximo de muitos outros livros de autores brasileiros e da aquisição dos direitos autorais de autores estrangeiros. Com isso, espera-se que seja possível promover uma evangelização cada vez mais intensa das pessoas para elas promoverem o desenvolvimento de suas competências nos setores da EC. Além disso, buscar-se-á, com a ajuda de especialistas e especialmente empreendedores bem-sucedidos nos diversos setores da EC, ofertar cursos e conferências que possibilitem aos participantes compreender melhor a EC e inserir-se nesse campo de trabalho. Como fase final, se disponibilizará, inclusive, um serviço de consultoria para orientar adequadamente as pessoas que queiram abrir algum negócio em qualquer um dos 18 setores da EC.

É uma grande jornada, mas os primeiros passos já foram dados!!!

Conteúdo produzido pela redação da revista Criática.

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