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Game of Thrones, a série que destacou a hegemonia feminina


Sem dúvida, nessa série para a TV foi quebrada a hegemonia masculina, pois preponderaram as influências e o empoderamento das mulheres!!!

Inicialmente, deve-se destacar que George R. R. Martin, autor dos livros As Crônicas de Gelo e Fogo que inspiraram a série de TV Game of Thrones, não é um escritor muito produtivo, pois escreve lentamente, ou seja, algo como 14 páginas por dia!?!? É por isso que nesses últimos 20 anos ele conseguiu publicar apenas cinco livros, é verdade bem grossos…

O sexto livro deveria ter sido lançado em abril de 2016, junto com a estreia da sexta temporada no canal pago HBO, mas isso não ocorreu!!! Martin pediu muitas desculpas nas suas redes sociais, com o que se pensou que a história chegasse ao fim.
Mas após o término da 6ª temporada, em vista do seu grande sucesso, surgiram notícias de que haverá, pelo menos, mais duas temporadas, com o que se espera que ele termine o 6º livro e, eventualmente, escreva o sétimo, chegando ao seu epílogo.

Por isso, para a 6ª temporada, os produtores da série David Benioff e D. B. Weiss tiveram que valer-se muito da sua criatividade, apoiada no excelente trabalho dos roteiristas, para apresentarem cenas que atraíram grandes audiências para os diversos capítulos, como aquele no qual se apresentou o confronto entre Jon Snow, o ressuscitado, e de Ramsay Bolton, o endemoniado, que exigiu 25 dias de filmagem, envolveu 600 figurantes e 80 cavalos de guerra da mesma raça dos animais de combate usados na Idade Média. Aliás, esse contingente foi multiplicado quatro vezes por computação gráfica.

A conta da operação bateu em cerca de US$ 10 milhões, incluindo os salários – os protagonistas principais receberam algo próximo de meio milhão de dólares por episódio, fora os impostos. Claro que isso acabou valendo, pois só nos Estados Unidos da América (EUA), em média, para cada episódio “conquistou-se” 23 milhões de espectadores em todas as plataformas e no mundo inteiro a exibidora, HBO, estima que esse número chegou a 43 milhões, com o que se consegue também fazer marketing para muita gente de uma vez só…

Sem dúvida, nessa série para a TV foi quebrada a hegemonia masculina, pois preponderaram as influências e o empoderamento das mulheres!!! Em seu time de poderosas, Game of Thrones tem duas rainhas, uma sacerdotisa, duas guerreiras e algumas nobres muito influentes. Em comum, todas conseguiram chegar perto de seus objetivos e sobreviver, o que, para os parâmetros do seriado, foi muito relevante. Isso bastou para que muitas feministas já começassem a batizar as filhas com nomes de personagens. Algumas outras feministas, entretanto, acham que na série apenas reafirmou-se as disputas que existem no mundo real pelo poder entre mulheres e homens.

Sem dúvida, um mérito da série foi romper com a hegemonia dos homens, como é o caso de Daenerys Targaryen, que começou como garotinha indefesa e virou conquistadora de terras e povos. Mas nela exagerou-se no uso da nudez feminina, com o que a série se tornou mais machista que o próprio livro, explorando o corpo da mulher como objeto sexual.

Quem se valeu muito de como as mulheres se apresentam no seriado foi a moda, com diversas grifes exibindo agora nos seus desfiles a indumentária gótica, com cores de folhas secas e brilhos aplicados, recriando a estética medieval.

A série de TV guiou, mesmo que de forma não declarada, temporadas como as de inverno de 2015 da grife Versace e as de verão de 2014 do norte-americano Marc Jacobs e da marca brasileira Animale. O preto e vinho definiram a cartela das coleções. Os seus looks têm capuzes, ombros altos e texturas de pele que remetem a armaduras. O italiano Riccardo Tisci colocou na alta-costura e no prêt-à-porter da Givenchy todos esses símbolos. Deve-se lembrar que antes dele o britânico Alexander McQueen (1969-2010) foi um dos pouco a investir nessa mistura de força bruta e feminilidade, vista com reticência pelo olimpo da moda no início dos anos 2000.

Indiscutivelmente, o sucesso do seriado Game of Thrones que se passa nessa terra da fantasia, Westeros inspirou-se no que seria o Reino Unido na Idade Média e isso fez surgir, em maio de 2016, uma outra série bem parecida, O Último Reino, uma versão mais realista da Inglaterra no século IX.

A série O Último Reino foi produzida pela BBC, baseada nos romances históricos que formam as Crônicas Saxônicas, de Bernard Cornwel, tornou-se uma grande aposta do History Channel para alcançar uma audiência por meio da ficção, com muitas cenas de batalhas bem sujas, entretanto, sem a presença de dragões…

O ator Alexander Dreymon, que interpretou o personagem fictício Uhtred, comentou: “Tenho muito orgulho de saber que a nossa série seja comparada a Game of Thrones, entretanto, nela, a maior parte das pessoas e eventos é histórica, porém os temas têm a ver com a atualidade, como a busca pela identidade e as consequências das guerras. No fim das contas, essas pessoas estavam atrás das mesmas coisas que nós, tentando ser felizes ou livres.”

Conteúdo produzido pela redação da revista Criática.

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