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O meme dos astronautas


Em 1961, aconteceu o primeiro voo de um homem no espaço e este foi o russo Yuri Gagarin que se alimentou com purê de carne e creme de chocolate sugando três tubos parecidos com o de pasta de dente.

Atualmente, os astronautas podem optar por mais de 200 pratos fornecidos pela Nasa (National Aeronautics and Space Administration), além do bonus food, prêmio semanal que inclui lasanha ou tiramisu.

Pois é, são receitas como essas que alimentaram os três astronautas que chegaram a Estação Espacial Internacional (EEI) em 24 de novembro de 2014, a saber: o russo Anton Shklaperov, o norte-americano Terry Virts, e a italiana Samantha Cristoforetti, a primeira do seu país a voar para o espaço.

Aliás, eles integram a missão Futura, cuja finalidade é pesquisar alterações físicas do corpo na ausência de gravidade. Eles devem ficar quase seis meses em órbita-período que equivale a um envelhecimento de dez anos na Terra, pois os músculos e o esqueleto se atrofiam. Portanto, a alimentação deles é fundamental para a pesquisa.

David Avino, diretor da Argotec, empresa de engenharia italiana especializada em comida para astronautas e fornecedora da Agência Espacial Europeia comentou:

“A comida que os astronautas ingerirem deve permanecer compacta, embalada a vácuo, para poder ser preparada acrescentando-lhe água ou esquentando no forno. Líquidos como café e sucos são sugados do pacotinho com um canudo.

As migalhas são proibidas porque, com a ausência de gravidade, ficariam flutuando com o risco de danificar certos aparelhos e são ruins para a saúde dos tripulantes.

A bordo não há geladeira, por isso os alimentos têm de se conservar até 24 meses mantendo as substâncias nutritivas.

O melhor método é liofilizar (desidratar em baixa temperatura) os alimentos a vácuo, congelando rapidamente a 40°C negativos e reduzindo a pressão.

Assim, a água congelada passa diretamente do gelo ao vapor, sem a proliferação de bactérias.

Esse processo preserva nutrientes, cor e gosto da comida, além de reduzir seu peso. O transporte de um quilo de material para uma estação orbital é caro, ou seja, custa aproximadamente R$ 51 mil.

As receitas de comida que os astronautas irão ingerir foram estudadas por dois anos, são preparadas sem sal para não sobrecarregar os rins, pois o corpo em órbita sofre forte retenção de líquidos.

A sensibilidade das papilas gustativas e olfativas também é alterada.”

Samantha Cristoforetti, numa declaração antes de ir para o espaço salientou: “Na EEI vamos ter a sensação de resfriado, portanto iremos sentir menos os sabores e odores.

A minha solicitação de alimentação foi no sentido de ela ser à base de legumes, peixe e carne branca, que estejam sob os princípios do Slow Food, movimento que defende o alimento bom, limpo e justo.”

Conteúdo produzido pela redação da revista Criática.

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