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O setor de saúde precisa cada vez mais da tecnologia


A saúde é uma grande preocupação da população brasileira, basta escutar as críticas e as promessas dos candidatos que queriam ser prefeitos, ganhando as eleições que aconteceram em 2 de outubro de 2016.

De acordo com a Constituição brasileira, a saúde é um direito universal, e os prefeitos precisam gastar com ela, obrigatoriamente, no mínimo, 15% do seu orçamento, mas o modo como ela está sendo organizada torna cada dia mais difícil o acesso a ela por parte dos munícipes. Por isso, eles precisam recorrer aos sistemas de saúde privados, que para muitos deles são muito caros!!!

Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a expectativa de vida do brasileiro na década de 1950 era de 46 anos e apenas 4% das pessoas tinham mais de 60 anos. Só em 2013 o brasileiro vivia em média 75 anos e havia cerca de 12% da população acima de 60 anos. Tudo indica que essa população das pessoas mais idosas só irá aumentar daqui para a frente.

Essas variáveis formam uma equação de difícil solução, ou seja, o setor de assistência à saúde deve lidar com os custos cada vez mais altos e, ao mesmo tempo, encontrar meios para manter os custos para os pacientes. Uma consequência deve ser a oferta de melhores resultados com custos menores.

Para se chegar a esse objetivo, existem muitas opções nessa era da 4ª Revolução Industrial, ou como alguns chamam de forma simplificada de Indústria 4.0, que permite se ter Saúde 4.0. Um fato é conhecido: cerca de 80% das decisões médicas dependem de diagnóstico. Dessa maneira, quanto mais preciso e precoce ele for, maiores são as possibilidades de se aplicar o tratamento correto para alguma doença, o que o torna mais eficiente e, geralmente, mais barato.

Agora, os sistemas de saúde têm que estar muito conectados com os sistemas de informação e infraestruturas. Quem adotou o Saúde 4.0 foi a Aliança Brasileira da Indústria Inovadora em Saúde (ABIIS). Com o Saúde 4.0, a cadeia de suprimentos – que antes era vista como centro de custos – passa a ser uma oportunidade para a inovação, uma vez que poderá “compreender”, de forma mais ágil, as demandas do usuário final. O Saúde 4.0 também amplia as possibilidades das parcerias colaborativas entre os atores da mesma cadeia de valor, que assim poderão compartilhar o planejamento coordenado da produção e distribuição, atendendo de forma ágil e eficaz às necessidades dos usuários finais: os pacientes. Dessa forma, pode-se trabalhar com estoques adequados às demandas, evitando atrasos ou indisponibilidade de produtos. Isso, obviamente, inclui a rastreabilidade dos medicamentos, o que permitiria minimizar um desperdício que é ainda muito grande no sistema de saúde de produtos que vencem sem ser utilizados!!!

A disseminação do uso da tecnologia da informação (TI) no setor de Saúde não se restringe à melhoria das operações e da gestão de ativos de hospitais e laboratórios.

Medicina e tecnologia juntos melhorar nossa saúde.

Há alguns anos, o setor de Saúde era um dos que menos investia em TI. Assim, se um médico tivesse que gastar para comprar um servidor ou um tomógrafo, ele não hesitaria em optar pelo tomógrafo. Mas, hoje, ele preferiria o servidor!!!

Com negócios cada mais complexos, as áreas de TI passaram a ser ocupadas por gestores de TI, hoje presenças indispensáveis em grandes hospitais e laboratórios. É por conta dessa mudança que algumas soluções estão se tornando bastante comuns. O uso da computação em nuvem é um exemplo. Praticamente todos os novos equipamentos que chegam aos hospitais vêm com sensores instalados e capacidade de gerar informação e passar ela para a frente.

Muitas empresas apostaram muito no setor de saúde, como é o caso da Siemens, que dispõe atualmente de diversas soluções incríveis, como um sistema de gerenciamento de dados que permite aos laboratórios entregar resultados mais precisos e em menor tempo. Uma outra solução que a Siemens desenvolveu é a criação da sala de comando remoto para equipamentos de ressonância magnética. A partir dessa sala de comando é possível fazer o ajuste dos equipamentos de ressonância magnética de qualquer localidade para a realização de exames, de acordo com as especificações do paciente, histórico clínico e solicitação médica. Essa solução possibilita exames de alta qualidade com um equipamento instalado em um hospital em qualquer cidade do Brasil, e isso acaba com a dificuldade de levar (ou ter aí) um profissional altamente especializado!!!

Assim, a TI é fundamental para se ter diagnósticos mais precisos e permite que sejam feitos tratamentos personalizados e menos invasivos, além de ampliar a prevenção de doenças. Como resultado disso é que ocorre a sobrevida dos pacientes, com mais qualidade, e a redução no tempo e nos custos das internações.

Estão chegando ao Brasil as salas híbridas, as quais, há alguns anos, já são utilizadas nos hospitais europeus e norte-americanos, sendo uma tendência mundial. Salas híbridas são salas cirúrgicas equipadas com avançados instrumentos de imagem, como de ressonância magnética, angiografia e tomógrafo. Equipamentos como esses possibilitam realizar procedimentos minimamente invasivos, diminuindo consideravelmente o trauma do paciente. Ao integrar o procedimento intervencionista à cirurgia, a sala híbrida, por seu turno, demanda a mobilização de uma equipe médica que inclui anestesista, intervencionista e cirurgião, além de uma equipe de assistência e enfermagem, fatores que, combinados, tornam a operação muito mais segura.

Nessa cirurgia, a equipe pode contar com o suporte de um robô cirurgião chamado Da Vinci e de um sistema de imagens baseado em tecnologia robótica. Tudo isso combinado tornará, por exemplo, a operação de ressecção de um tumor em algum órgão (digamos o fígado) minimamente invasiva.

Não há como não se empolgar com as vantagens que a tecnologia robótica, os modernos equipamentos que fornecem imagens e a própria TI trouxeram ao setor de saúde, o que está permitindo vida cada vez mais longa aos seres humanos.

E quem é que não quer viver muito?

 

Eudes de Freitas Aquino

Dr. Eudes de Freitas Aquino, presidente da Unimed do Brasil

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