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Os 8 elementos essenciais da inovação


Na excelente revista McKinsey Quarterly (nº2 de 2015) os responsáveis pelos escritórios da empresa em Amsterdã (Holanda), Londres (Reino Unido) e Xangai (China) respectivamente Marc de Jong, Nathan Marston e Erik Roth escreveram o artigo The eight essentials of innovation no qual indicaram os oito elementos fundamentais para que ocorra a inovação tanto no que se refere à natureza estratégica e criativa bem como no tocante à organização e à implementação da mesma.

Esses oito elementos são:

Almejar – Para que ocorra a inovação no ambiente corporativo não basta apenas inspirar os seus funcionários. É preciso introduzir um alvo ou objetivo que todos almejam alcançar ou executar, e que não exista a crença que inovação é o trabalho só de alguns empregados da organização.

Selecionar – Para se chegar a inovação é vital ter insights (discernimentos) criativos e lamentavelmente em muitas empresas não existe uma estrutura para gerar novas ideias.

E mesmo quando elas aparecem é preciso ter bons critérios para selecionar aquelas iniciativas que levem de fato a uma inovação bem-sucedida.

Descobrir – Para se chegar a descobrir novos processos ou novas formas de negócios convém ouvir a voz dos clientes, estar muito atento as novas tendências tecnológicas bem como acompanhar da melhor forma possível o que estão fazendo os concorrentes (o que talvez signifique espionar eticamente…).

Uma maneira de incrementar o processo de insight e descoberta é através da constituição de parcerias com outras empresas.

Expandir – Uma das formas de promover a inovação é por meio da expansão dos seus negócios, buscando atender tanto os clientes como relacionar-se com seus fornecedores de formas diferentes.

Deve-se, portanto, sempre pensar numa intensa inovação no seu portfólio de produtos e/ou serviços.

Acelerar – Antecipar-se ou acelerar os seus processos de inovação é a maneira bem eficiente para vencer a concorrência.

Para conseguir isso, as empresas devem ter bons gestores da inovação, que saibam estabelecer corretamente o orçamento, o tempo para entrar no mercado, bem como todas as outras especificações para que consigam lançar (introduzir) suas novidades antes dos competidores.

Fazer de acordo com a escala – Algumas ideias como as voltadas para os artigos de luxo ou então os vários aplicativos (apps) para os diversos smartphones são destinadas para mercados de nicho.

Outras, como aquelas para as redes sociais, podem ser aplicadas em escala global.

É imprescindível levar sempre em conta a magnitude correta e o alcance de uma ideia para garantir para a mesma os recursos, bem como avaliar os riscos envolvidos ao buscar a sua implementação.

A excelente revista da empresa de cnsultoria McKinsey.

A excelente revista
da empresa de
cnsultoria McKinsey.

Ampliar-se colaborativamente – Em poucos anos, todas as empresas irão notar que para promover uma inovação necessitarão de colaboradores externos, isso porque os fluxos de talentos e de conhecimentos estão cada vez mais transcendendo os limites geográficos e também os empresariais.

As empresas economizarão muito nas inovações se valerem-se das competências e talentos que existem em outras partes do mundo.

Mobilizar – Aí a questão é: os seus funcionários (colaboradores) estão motivados, organizados e remunerados para seguir inovando repetidamente?

Pois é, isso não é fácil mas as melhores empresas são aquelas que encontram e praticam as técnicas mais eficazes que possibilitam embutir a inovação em todos os setores da organização, ou seja, desde a alta administração até os colaboradores mais periféricos.

Como é que estão esses oito elementos na sua empresa? Qual dos “verbos” é necessário tornar mais dinâmico?

Engenheiro, mestre em estatística, professor, autor de dezenas de livros, gestor educacional, palestrante e consultor. Editor chefe da Revista Criática.

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