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Os robôs vão fazer tarefas antes inimagináveis


Nos Estados Unidos da América (EUA), a start-up a SoftWear Automation, localizada em Atlanta, que emprega muitos engenheiros, busca transformar a indústria de vestuário, automatizando a produção para que as peças possam ser feitas em fábricas de qualquer parte do mundo por robôs – que saibam costurar – supervisionados por uma equipe de poucas pessoas. Note-se que costurar roupas é uma tarefa que comercialmente foi atribuída para trabalhadores com baixos salários, feita por pessoas em países bem pobres…

O robô SewBots, da SoftWear, em 2015, não podia ainda produzir uma roupa completa, mas a empresa espera aperfeiçoá-lo para que consiga fazer isso até o início de 2017.

Nas próximas décadas, tudo indica que as milhares start-ups semelhantes à Soft Wear, existentes no mundo, provocarão uma redução significativa na necessidade de trabalhadores em muitas áreas!?!?

Empresas de pesquisa conceituadas mundialmente destacam que em 2030, 90% dos trabalhos que são executados hoje por seres humanos serão feitos por máquinas inteligentes. Deve-se entender por máquina inteligente como aquela que executa coisas que, anteriormente, acreditava-se que só os seres humanos poderiam fazer, como aprender com a experiência!!! Entretanto, as máquinas estão evoluindo para além da automação de tarefas básicas e se tornando sistemas avançados de autoaprendizagem que copiam o cérebro humano.

O pesquisador da Universidade de Stanford, Vivek Wadhwa, comentou: “Em 2050, tais máquinas irão executar todos os trabalhos que fazemos atualmente. Quanto mais olho para frente, mais me convenço que muitos empregos não terão mais a ver com subsistência. Como tudo vai ser tão barato, nossos empregos serão aqueles ligados com artes e com o conhecimento, ou seja, nos setores que constituem a economia criativa. E ela que principalmente nos manterá ocupados.”

Hoje, as tarefas mais comuns dos robôs industriais incluem suspender cargas pesadas, soldar e aplicar cola, tinta e outros revestimentos. Os robôs podem levantar cargas muito mais pesadas do que as pessoas conseguem carregar e são muito mais precisos. Ao contrário das pessoas, eles fazem exatamente o que lhes ordenam e podem trabalhar 24 horas por dia!!!

Naturalmente, os robôs ainda não se igualam às pessoas em termos de versatilidade, bom senso e capacidade de improvisar. Por exemplo, não será nada fácil ter um robô que tire as chaves do bolso de uma calça, como faz uma pessoa. Essa tarefa realmente requer uma destreza que os robôs venham a ter só daqui uns 30 anos…

Considerando as limitações tecnológicas, uma abordagem cada vez mais popular é produzir robôs colaboradores, que trabalhem junto com as pessoas. Os robôs fazem as tarefas que exigem força e precisão, enquanto as pessoas entram com a destreza para unir peças e o bom senso para resolver imprevistos. Os robôs estão ficando menores e mais leves e já podem ser movidos de uma tarefa para outra. Eles também estão se tornando mais fáceis de programar à medida que os desenvolvedores criam métodos intuitivos para ensiná-los a realizar novas tarefas.

O boom global de produtos como smartphones e consoles de jogos eletrônicos reduziu o custo de componentes de robôs como sensores, câmeras e chips capazes de processar grandes volumes de informação. Os avanços em reconhecimento de voz, do tipo possibilitado pelo aplicativo Siri, do iPhone, permitirão que os robôs cheguem a um ponto em que as pessoas possam dizer a eles o que fazer!!!

Mas os robôs também têm o potencial de aprender sozinhos. No lugar de apenas seguir instruções codificadas escritas por pessoas, eles serão cada vez mais capazes de aprender habilidades procurando na Internet pistas de como problemas específicos foram resolvidos antes!?!?

A automação, é claro, não consiste só em robôs. Avanços na impressão em três dimensões (3D) devem permitir que muitos produtos sejam feitos com menos trabalho humano. E a convergência de grandes quantidades de dados, o chamado big data, e uma computação móvel cada vez mais poderosa significa que as máquinas vão ajudar as pessoas a terem mais habilidades e a trabalhar com mais eficiência, de modo que a consequência será menos pessoas necessárias para executarem diversas tarefas.

Os investidores de peso como o presidente da Tesla, Elon Musk; o cofundador do PayPal, Peter Thiel; e o cofundador e presidente do conselho do LinkedIn, Reid Hoffman,anunciaram a liberação, nos próximos anos, de US$ 1 bilhão para incrementar as pesquisas com inteligência artificial (IA) para se chegar à “inteligência digital”.

Essa organização vai se chamar OpenAI, cujo diretor de pesquisa será Ilya Sutskever, especialista do Google em aprendizado de máquinas. Elon Musk comentou: “O nosso objetivo de longo prazo é o de criar uma inteligência artificial geral, isto é, uma máquina capaz de realizar qualquer tarefa intelectual de um ser humano. O foco do projeto serão tecnologias que aumentem a capacidade das pessoas, no lugar de substituir os seres humanos.

Naturalmente, devemos ter a preocupação de não permitir que a IA possa ser usada para criar máquinas que possam se virar contra a humanidade, tornando-se inclusive uma ameaça existencial.

Há sempre algum risco de que na tentativa de avançar tecnologicamente possamos criar o que mais tememos, ou seja, criar um demônio que vai agir contra os seres humanos.”

Aliás, em 2013, a IBM revelou que no seu estudo Next 5 In 5 está buscando melhorar as nossas previsões a partir dos cinco sentidos – toque, visão, audição, sabor e cheiro – a partir do desenvolvimento de sensores.

Em breve, segundo a IBM, será possível, por exemplo, sentir a textura de um tecido na sua imagem na tela de seu dispositivo. E as máquinas também saberão interpretar não somente o som das palavras, mas o balbucio dos bebês, identificando se eles sentem fome ou dor!!!

Esse tipo de IA é o que precisamos e certamente ela beneficiará as decisões que as pessoas vão tomar, pois serão as mais acertadas…

Engenheiro, mestre em estatística, professor, autor de dezenas de livros, gestor educacional, palestrante e consultor. Editor chefe da Revista Criática.

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