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Editorial #4 | Os seres humanos menosprezados e superados pelos computadores


Uma grande ansiedade que atrapalha muito a vida dos trabalhadores é o desafio: como é que nós humanos conseguiremos agregar mais valor nas tarefas que executamos do que as máquinas?

E os seres humanos têm razão para ficarem inquietos, pois coisas estranhas estão ocorrendo na economia, com o grande desemprego dos jovens que não conseguem o seu primeiro emprego e nas fábricas e nos escritórios nota-se cada vez mais a tecnologia fazendo tarefas que antes eram executadas por pessoas.

O medo do desemprego provocado pela tecnologia é tão antigo como o surgimento da própria tecnologia.

Mas foi graças as tecnologias que foram surgindo também novos empregos em outros campos e ela permitiu elevar espetacularmente os padrões de qualidade de vida das pessoas como jamais se viu na história da humanidade.

Entretanto nas duas últimas décadas, principalmente com o progresso da inteligência artificial (IA) está se ampliando a possibilidade dos seres humanos serem substituídos pelas máquinas em tarefas como dirigir um automóvel ou um caminhão, preparar uma comida (ou no mínimo sugerir uma receita de um novo alimento), executar uma operação cirúrgica e até fazer a seleção de um candidato a emprego num processo de recrutamento.

Então o melhor agora é perguntar: que atividades os seres humanos, guiados pela sua natureza ou pelas realidades da vida, continuarão fazendo, mesmo que os computadores pudessem executá-las?

A revista Fortune, na qual Geoff Calvin escreve, dedicou uma reportagem de capa ao tema do seu livro.

A revista Fortune, na qual Geoff Calvin escreve, dedicou uma reportagem de capa ao tema do seu livro.

No seu livro Humans are Underrated (algo como Seres Humanos Subjugados) Geoff Colvin destacou: “Existe ainda uma grande classe de atividades que demandam que uma pessoa especifica ou um grupo de pessoas seja responsável por ela.

É o caso, por exemplo, dos juízes que tem como função julgar os atos incorretos ou ilegais e aplicar as devidas punições.

Da mesma forma deverão continuar existindo os líderes (autoridades) governamentais, os gestores ou executivos nas empresas, os generais nos quadros militares etc., pois exercem funções que não podem ser transferidas para os computadores visto que envolvem necessidades sociais que só os seres humanos terão condições de entender e tomar para elas as adequadas decisões.

Além disso, são os seres humanos e não os computadores que irão resolver muitos problemas devido a razões puramente práticas, ou seja, porque as máquinas não poderiam solucioná-los!!!

Isso porque na vida real, e particularmente na vida das organizações, continuamente se modificam as concepções do que vem a ser um problema e quais são os nossos objetivos (metas).

Esses são tópicos, que as pessoas devem solucionar só com os recursos dos seus cérebros, usando seu senso crítico e de preferência em grupos de especialistas, chegando assim a soluções melhores do que aquelas obtidas individualmente.

Somos seres sociais conectados pelo nosso passado evolucionário com o que, queremos manter relacionamentos, os mesmos que possibilitaram a nossa sobrevivência há milhares de anos.

Desejamos trabalhar com as outras pessoas na solução de problemas, contar-lhes estórias e ouvir delas narrativas, para assim se poder criar novas ideias com elas, pois se não tivéssemos feito essas coisas nas savanas 12 mil anos atrás, teríamos todos morrido!!!

E aí sobressai em um fato incontestável: os grupos mais efetivos são aqueles cujos integrantes possuem as mais importantes habilidades humanas: a empatia acima de todas, a sensibilidade social, a capacidade de contar estórias (storytelling), colaboração e cooperação, solução de problemas em equipe, construção de relacionamentos.

Os seres humanos desenvolveram essas habilidades de interação com, outras pessoas, não com máquinas, nem com aquelas que possam expressar alguma opinião ou emoção!?!?

O que desejamos é seguir líderes humanos, mesmo que um computador no futuro possa nos enviar mensagens com textos ou as palavras certas.

Queremos ouvir um diagnóstico da nossa saúde de um doutor, mesmo que ele tenha obtido muito das suas informações de outras máquinas que executaram certos exames.

Almejamos continuar negociando com pessoas, ouvindo vozes, vendo seus movimentos e olhando nos seus olhos, particularmente aquelas dos nossos professores.

Concluo, acreditando que os computadores por mais que se desenvolvam nunca tornarão os seres humanos irrelevantes!!!

Não acredito no surgimento de um computador que será empático com o outro e que saiba construir um bom relacionamento com um outro (nem pensar em ter relações sexuais).

É por isso que as máquinas serão cada vez melhores, fazendo o trabalho melhor que os seres humanos, que por usa vez terão tempo para criar ambientes novos, cada vez melhores para as suas vidas, tendo inclusive mais tempo para incrementar as suas aptidões interpessoais e aproveitar o seu tempo vago para o entretenimento.”

E aí, se isso acontecer, mais uma vez ficará bem evidente que os setores criativos são os que terão maior impulso nas próximas décadas, inclusive onde surgirão os novos empregos para os jovens que atingirem a idade certa para trabalhar.

– Capa da edição 04

– Capa da edição 04

 

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Engenheiro, mestre em estatística, professor, autor de dezenas de livros, gestor educacional, palestrante e consultor. Editor chefe da Revista Criática.

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