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Será que em breve ninguém mais vai querer brincar com a Barbie?


Desde 1959 ela tem colecionado uma série de incríveis conquistas e estabelecido marcos. Ela foi a primeira boneca produzida em massa com feições de mulher adulta, o que escandalizou a sociedade conservadora da época.

Na década de 1960, em plena explosão do movimentou feminista, a Barbie começou a ser vendida em diversas versões, como médica, executiva e até candidata à presidência dos Estados Unidos da América (EUA). Tudo isso ajudou a forjar uma geração de meninas que, mais tarde, conquistariam espaço no mercado de trabalho em diversas profissões até então com pouca presença feminina. Depois disso, os fabricantes da Barbie foram acusados de estarem criando um padrão de beleza (cabelos longos e loiros, seios grandes, cintura fina) que frustraria as expectativas das garotas. Já do ponto de vista econômico, pode ser atribuída a ela a descoberta do mercado global de brinquedos, com a conquista de um público fiel em praticamente todos os países do mundo.

Cerca de 57 anos depois do seu lançamento e com um saldo de mais de 1,2 bilhão de bonecas vendidas no mundo todo desde então, a Barbie agora enfrenta uma grave crise. Nos últimos anos, a empresa que a fabrica – a Mattel – tem obtido resultados financeiros cada vez piores com a queda das vendas da boneca.

Na realidade, as “dificuldades” da Barbie começaram em 2001, quando outros produtos passaram a disputar a atenção das crianças. Naquele ano, a empresa norte-americana MGA lançou as bonecas Bratz, que tinham um visual mais descolado que a Barbie. Anos mais tarde, ou seja, em 2009, a MGA complicou mais a ainda a vida da Mattel com o lançamento das suas bonecas Moxie Girlz, que se tornaram um fenômeno mundial de vendas, captando uma parte do mercado da Barbie.

A última grande ameaça que surgiu para a Barbie foi o aparecimento da princesa Elsa, com superpoderes, e sua irmã Anna no filme Frozen: Uma Aventura Congelante.

Aí, no Natal de 2014, ocorreu uma grande mudança na história, ou seja, foi a primeira vez que a Barbie perdeu o posto de boneca mais vendida no período de festas natalinas!!! A grande ironia é que a licença de comercialização das bonecas da animação Frozen pertence à própria Mattel.

Tudo indica que o futuro da Barbie é nebuloso e as crianças da nova geração já não querem mais brincar com ela e o interesse delas pelos brinquedos eletrônicos tem crescido cada vez mais.

Ao longo de 2015, a Mattel começou a investir em novas frentes para minimizar os prejuízos. Assim, lançou filmes inspirados na boneca e curtas disponíveis na Internet, como a série Barbie: Life in the Dreamhouse, mas os resultados se mostraram ineficientes. A última aposta é a versão da Barbie super-heroína, que contará com um filme de animação.

Será que tudo isso vai fazer com que a loirona, quase sessentona, volte a ficar na moda, especialmente entre as meninas de 4 a 6 anos? Não vai ser nada fácil voltar a ser a favorita das crianças, particularmente com as meninas manipulando e divertindo-se cada vez mais com o que podem ver nos tablets e smartphones!!!

Conteúdo produzido pela redação da revista Criática.

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