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Seremos superados pelas máquinas em breve?


No seu livro Os Humanos Subestimados (DVS Editora), Geoff Colvin procurou mostrar que as pessoas de sucesso, no seu mercado de trabalho, sabem fazer coisas que as máquinas brilhantes e espertas jamais saberão!?!?

O livro de Geoff Colvin, Os Humanos Subestimados.

O livro de Geoff Colvin, Os Humanos Subestimados.

Mas você sabe quais serão as habilidades humanas que continuarão a ter elevado valor no futuro, à medida que o poder da tecnologia ficar cada vez mais impressionante?

Inicialmente, deve-se recordar que a tecnologia da informação (TI) tem dobrado o seu poder aproximadamente a cada dois anos (lei de Moore) e nenhuma pessoa consegue fazer isso!!!

O progresso alucinante da TI faz com que seja relativamente fácil imaginar um futuro assustador para os seres humanos. Nota-se claramente que a capacidade dos computadores e particularmente dos robôs ficou tão grande, que eles simplesmente são melhores na realização de milhares de tarefas que as pessoas têm sido pagas para fazer…

Naturalmente, nós ainda precisaremos de pessoas para tomar especialmente decisões de alto nível e desenvolver computadores ainda mais inteligentes, mas esse montante de trabalho não será suficiente para manter empregada a grande massa de pessoas em idade economicamente ativa, ou para aumentar o seu padrão de vida.

Dessa maneira, num futuro imaginário (não muito distante), centenas de milhões de pessoas irão perder seus empregos e salários, não conseguindo mais superar as máquinas e precisarão lutar desesperadamente para manter a vida que tinham conquistado.

Porém, este futuro assustador não é tão inevitável!!! Realmente, um grande contingente de pessoas já sofreu quando a tecnologia tomou seus empregos e muitos outros milhões de trabalhadores irão sofrer em breve…

Entretanto, não precisamos todos sofrer por antecipação. O essencial a se entender a respeito desta realidade, mais do que eventualmente percebamos, é que a própria natureza do trabalho está mudando, e as competências que a economia valoriza estão mudando.

A humanidade já passou por essas mudanças históricas algumas vezes antes, a mais famosa começou no século XVIII, quando ocorreu a 1ª Revolução Industrial e agora pode-se dizer que chegamos à 4ª Revolução Industrial. Em cada uma delas, os que não percebiam a mudança, ou que se recusavam a aceitá-la, eram deixados para trás. Mas os indivíduos que a compreenderam e procuraram se adaptar, tiveram ao menos uma possibilidade de levar vidas melhores. E é o que está acontecendo agora!!!

Sem dúvida, as mudanças que estão ocorrendo são maiores e mais significativas do que nunca. As competências que ficarão mais valiosas não são mais as habilidades técnicas que são desenvolvidas no lado esquerdo do nosso cérebro… Obviamente, essas habilidades continuarão sendo extremamente importantes, entretanto ser importante não é o mesmo que ser valioso. As novas habilidades de alto valor, por sua vez, fazem parte de nossa natureza mais profunda. São as que literalmente nos definem como seres humanos, ou seja, perceber os pensamentos e sentimentos dos outros, trabalhar produtivamente em grupos, desenvolver relacionamentos, resolver problemas em conjunto, nos exprimir com um poder maior do que a lógica jamais conseguiria (pela mímica, pela pintura, pelo humor, pela dança, pela aptidão esportiva etc.). São tipos de habilidades fundamentalmente desenvolvidas graças ao hemisfério direito do nosso cérebro, diferentes daquelas que a economia mais valorizava no passado. E ao contrário de algumas revoluções anteriores, naquilo que a atual economia valoriza – especialmente os muitos setores da economia criativa (EC) – ela traz a promessa de não apenas tornar nossas vidas no trabalho gratificantes financeiramente, como também mais ricas e satisfatórias emocionalmente, livrando as pessoas de muitos trabalhos enfadonhos, repetitivos e alguns até perigosos….

O primeiro passo para alcançar esse futuro é pensá-lo de uma nova maneira. Não devemos nos ater em querer superar os computadores naquilo que eles fazem melhor, pois essa competição já está perdida. Também não devemos nem mesmo seguir o caminho convidativo de tentar adivinhar o que os computadores inerentemente não conseguem ainda fazer – porque eles podem mais a cada dia que passa…

Enquanto as pessoas ficam mais habilidosas em incrementos cada vez menores, os computadores e os robôs, graças à inteligência artificial (IA), ficam cada vez mais capazes, e isso em saltos cada vez maiores!!!

A questão é clara e crucial. À medida que a tecnologia torna-se mais capaz, avançando inexoravelmente em passos grandes (apesar de alguns especialistas acharem que a lei de Moore está prestes a não valer mais!?!?) e adquirindo as máquinas inteligentes habilidades crescentemente complexas e difíceis, a dúvida que surge é sobre as habilidades humanas de alto valor no futuro? Quais serão os empregos com bons salários para nós e nossos filhos no futuro? Quais serão as competências que distinguirão as empresas vencedoras e as características das nações dominantes? Ou de forma objetiva: o que as pessoas farão melhor do que os computadores?

As respostas para essas questões, você, leitor(a) da Criática, encontrará no livro Os Humanos Subestimados, e com um pouco de reflexão perceberá que aqueles que se dedicaram a algum dos 18 setores criativos terão uma grande probabilidade de serem bem-sucedidos!!!

Conteúdo produzido pela redação da revista Criática.

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