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Tudo indica que os filmes humorísticos brasileiros não atraem grandes públicos


Diversas pesquisas indicam que cerca de 85% dos homens adultos adoram rir.

Indivíduos do sexo masculino costumam rir bastante durante momentos de descontração ao lado dos amigos do mesmo sexo, pois afirmam que estes sabem criar situações relaxantes e suscitar neles reações mais divertidas e espontâneas. Os homens, segundo eles próprios, podem falar “bobagens” sem medo de censura.

Todavia, quando o grupo também é composto por mulheres, toda essa descontração se torna impossível!!! O problema é que elas se sentem facilmente ofendidas com determinadas piadas e acusam os homens que as contam de serem irresponsáveis, bobos ou até mesmo infantis. Além disso, segundo os homens, as mulheres costumam reprimir certos comportamentos masculinos espontâneos. Será que isso é verdade?

Em contrapartida, apenas 60% das mulheres adultas gostam de rir. E embora também se divirtam ao lado de suas amigas, elas afirmam que o seu riso é provocado muito mais por namorados, maridos ou amigos que por outras mulheres. Porém, quando as mulheres riem elas tendem a se sentir mais bonitas, sedutoras, livres e leves, entretanto, segundo muitos levantamentos realizados no final da 2ª década do século XXI, tudo indica que elas gostariam de rir mais!?!?

Muitas reclamam que vivem ocupadas e preocupadas com os filhos, o marido, a casa, o trabalho, a aparência etc., o que faz com que não sobre tempo, disposição ou oportunidade para se divertirem como gostariam. Além disso, tudo sugere que as mulheres não riem tanto quanto desejariam também pela necessidade de provar que são sérias, responsáveis e competentes. Elas desejam passar uma imagem pessoal e profissional de equilíbrio, confiança e maturidade. Seria essa a razão de existirem tão poucas humoristas do sexo feminino?

No que se refere a atração, para as mulheres as características mais atraentes num homem são justamente bom humor, simpatia, alegria e capacidade de fazê-las rir. Um grande percentual de mulheres inveja bastante a liberdade que os homens desfrutam para gargalhar sem se preocupar tanto com a opinião alheia (e segundo os homens, em certas situações uma boa gargalhada se revela melhor que sexo!!!).

Apesar de todas as diferenças, para homens e mulheres o riso é uma arma poderosa e irresistível na arte de sedução, um importante ativo no mercado das relações amorosas e, o melhor de tudo, rir é praticamente de graça para todos!!! Um fato não se discute: rir é uma terapia psicológica e física! E foi certamente pensando nisso (e em algumas outras coisas) que em 2017 foram produzidos muitos filmes de humor – um nicho que no passado representou uma verdadeira “galinha dos ovos de ouro” para a indústria cinematográfica nacional.

Todavia, poucas foram as comédias que realmente funcionaram como grandes “chamarizes” de público em 2017.

De fato, a maioria se transformou em desapontamento para seus produtores e nenhuma delas superou a marca de 1 milhão de ingressos. Teriam as comédias nacionais perdido a graça em tempos de um Brasil tão sinistro em termos políticos, econômicos e institucionais?

Por exemplo, a despeito de contar com o mesmo elenco e diretor, o filme Os Penetras 2 – cujo original Os Penetras conseguira atrair um público de 2,5 milhões em 2012 – não alcançou sequer um quarto da plateia registrada no primeiro filme, atraindo apenas 402 mil pessoas. No caso de Como se Tornar o Pior Aluno da Escola (464 mil), mesmo com Danilo Gentile, não se conseguiu atrair o mesmo público que assistiu a Mato Sem Cachorro (1,1 milhão de pessoas, em 2013).

Além desses dois filmes, os outros três que mais interessaram aos brasileiros em 2017 foram: Um Tio Quase Perfeito (apenas 554 mil ingressos); Divórcio (só 480 mil);; e Ninguém Entra, Ninguém Sai (com somente 193 mil). Para efeitos comparativos, vale ressaltar que desde 1995 as comédias brasileiras recordistas de público são: Se Eu Fosse Você 2 (2009, com 6,1 milhões de ingressos vendidos); Minha Mãe é uma Peça 2 (2016, com 5,2 milhões); De Pernas para o Ar 2 (2012, com 4,8 milhões); Minha Mãe é uma Peça (2013, com 4,6 milhões) e Até que a Sorte nos Separe 2 (2013, com 3,9 milhões).

Tudo isso só mostra que, apesar de o brasileiro gostar de comédia, as que foram lançadas em 2017 não se mostraram nada engraçadas. Talvez por isso nem homens nem mulheres tenham se animado a pagar ingresso para não rir!!!

Observação importante: Se você quiser rir bastante, ler boas piadas e entender melhor ainda a importância do humor, deve adquirir o livro de Victor Mirshawka, Ha! Ha! Ha! – O Bom, o Ruim e o Interessante do Humor, da DVS Editora.

 

Conteúdo produzido pela redação da revista Criática.

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