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Você sabe como elaborar uma estratégia?


Infelizmente, a maioria das pessoas não sabe elaborar uma boa estratégia nem para si e nem para sua empresa. Nesse sentido, foi muito oportuno o lançamento do livro dos especialistas no tema e integrantes do importante The Boston Consulting Group (BCG), Martin Reeves, Knut Haanaes e Janmejaya Sinha com o título Sua Estratégia Precisa de uma Estratégia, um guia oportuno e fundamental para quem deseja traçar uma estratégia e o mais importante, realizá-la!!! A estratégia é um meio para se alcançar um determinado fim, comumente busca-se ter melhores resultados nos negócios!!!

A partir da esquerda, Martin Reeves é diretor do Instituto Bruce Henderson do BCG e sócio-sênior baseado na cidade de Nova Iorque. Knut Haanæs é líder mundial da prática de Estratégia do BCG e sócio-sênior baseado em Genebra. Janmejaya Sinha é sócio-sênior baseado em Mumbai; lidera o negócio do BCG na região Ásia-Pacífico e é membro do comitê executivo do BCG.

A partir da esquerda, Martin Reeves é diretor do Instituto Bruce Henderson do BCG e sócio-sênior baseado na cidade de Nova Iorque. Knut Haanæs é líder mundial da prática de Estratégia do BCG e sócio-sênior baseado em Genebra. Janmejaya Sinha é sócio-sênior baseado em Mumbai; lidera o negócio do BCG na região Ásia-Pacífico e é membro do comitê executivo do BCG.

Quando pensamos a respeito de estratégia, tendemos a pensar em planejamento, isto é, estudar uma situação específica, definir uma meta e elaborar um caminho, passo a passo, para se atingir esse objetivo.

Por um longo tempo, o planejamento tem sido a abordagem predominante na estratégia de negócios – tanto nas salas de reunião quanto nas salas de aula. Uma estratégia de negócios eficaz nunca consistiu de fato em apenas uma única abordagem. Na sua essência, uma estratégia é a fórmula para a resolução de problemas!!! Claro que a melhor abordagem depende do problema vigente.

É o ambiente que determina uma observação específica. Os ambientes de negócio diferem segundo três dimensões facilmente discerníveis: previsibilidade (Você pode prevê-lo?); maleabilidade (Você pode, sozinho ou em colaboração com outros, moldá-lo?) e aridez (Você pode sobreviver a ele?).

A combinação dessas dimensões em uma matriz revela cinco ambientes distintos, os quais exigem uma abordagem diferente em termos de estratégia e execução:

Estratégia

1º) Clássica: Posso prever isso, mas não posso mudá-lo.
2º) Adaptativa: Não posso prever isso, tampouco posso mudá-lo.
3º) Visionária: Posso prever isso e também posso mudá-lo.
4º) De formação: Não posso prever isso, mas posso mudá-lo.
5º) De renovação: Meus recursos são severamente limitados.

Cada ambiente corresponde a uma abordagem estratégica arquetípica distinta. Assim, ambientes clássicos previsíveis combinam com estratégias de posição, que se baseiam em vantagens obtidas através de escala, diferenciação ou capacidades, e são alcançadas por meio de análise abrangente e planejamento. Ambientes adaptativos exigem experimentação contínua porque o planejamento não funciona em condições de rápida mudança e imprevisibilidade. Em um cenário visionário, as empresas ganham sendo as primeiras a criarem um novo mercado ou interrompendo um já existente. Em um ambiente de formação, as empresas podem, de maneira colaborativa, moldar um setor em vantagem própria, organizando as atividades de outras partes interessadas.

Finalmente, sob as duras condições de um ambiente de renovação, uma organização precisa primeiro conservar e liberar recursos para garantir sua viabilidade e, em seguida, escolher uma das outras quatro abordagens para regenerar o poder de crescimento e assegurar a prosperidade a longo prazo.

Os imperativos prioritários resultantes, no nível mais simples, variam de maneira incisiva para cada abordagem. Dessa maneira, a recomendação em cada caso é:

↘ Clássica: Seja grande!
↘ Adaptativa: Seja rápido!
↘ Visionária: Seja o primeiro!
↘ De formação: Seja o orquestrador!
↘ De renovação: Seja viável!

No século XXI, devido à globalização, em especial as grandes empresas operam em vários ambientes de negócios que mudam rapidamente ao longo do tempo, abrangendo geografias e categorias de produtos cada vez mais diversas, apoiadas por uma ampla gama de recursos. Essa diversidade exige que as empresas sejam ambidestras, ou seja, tenham a capacidade de aplicar múltiplas abordagens para a estratégia em um determinado momento ou até sucessivamente. Dessa maneira, a ambidestria é uma técnica para utilizar as “cinco cores básicas” da estratégia em combinação umas com as outras.

Valendo-se do mundo mundo da arte, a ambidestria pode ser sintetizada por Pablo Picasso – que tem diversos de seus quadros entre os 10 mais caros do mundo – que não só dominava a técnica clássica da pintura, mas também mudou seu estilo consideravelmente em várias ocasiões ao longo de sua vida: o período azul (1901-1904), o período rosa (1904-1906), o período de influência africana (1907-1909), o cubismo analítico (1909-1912) e o cubismo sintético (1912-1919).

Praticar bem a ambidestria não é fácil, mas aquelas empresas que conseguirem – o BCG identificou quatro abordagens para a ambidestria: separação, alternância, auto-organização e ecossistema externo – acabam superando seus concorrentes.

Com essa resenha, você se animou a conhecer com detalhes como é que se deve proceder para ser um especialista em toda a paleta de estratégias?

Ótimo, então entre em contato com a DVS Editora para adquirir Sua Estratégia Precisa de uma Estratégia, ou então com alguém da BCG ou ainda vá a uma boa livraria.

Engenheiro, mestre em estatística, professor, autor de dezenas de livros, gestor educacional, palestrante e consultor. Editor chefe da Revista Criática.

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