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Piloto de drone e robô piloto de Drone – as novas profissões da Economia Criativa


Carlos Giordano

Carlos Giordano

Humberto Massareto

Humberto Massareto

Pilotar um drone é uma profissão? Sim!!! E, em alguns casos, é necessário até copiloto (um assistente).

O Fórum Econômico Mundial, sediado na cidade de Davos, na Suíça, realizado entre os dias 20 e 23 de janeiro de 2016, em seu relatório final alertou sobre a Quarta Revolução Industrial, tida como em curso. Destacou que, esta revolução tornaria mais constantes e decisivas as alterações nos elementos básicos da Terceira Revolução e da computação, hoje encarada como ubíqua, e, em seu ponto maior evidência, faria uma fusão de tecnologias, provocando interligações mais intensas nas linhas divisórias entre as esferas física, digital e biológica. Segundo uma das conclusões dos participantes, nunca houve um tempo de tantas transformações e de adequações inevitáveis, como o momento atual.

Os modelos atuais dos negócios serão indubitavelmente afetados por essa conclusão, entende-se de forma exponencial, atingindo o total dos setores das economias, das sociedades e, geograficamente, se espalhará por todo o mundo. Isso, em análise mais lógica, de maneira diferenciada dependendo das estruturas básicas de cada país ou região.

Um dos setores, estimado, que sofrerá os maiores impactos é o mercado de trabalho, tendo sido prognosticada uma substituição maciça de funções baseadas em trabalhos simples e repetitivos, pela robotização. Prevê-se também, o alcance dessas trocas em diversas funções lastreadas em conhecimentos intelectuais mais elevados, em contrapartida ao que vinha acontecendo até então, em que somente os trabalhos ligados ao nível operacional sofriam diretamente esses choques.

Pesquisas e estatísticas baseadas em estudos preocupados com esses eventos mostram presságios estarrecedores para os próximos dez anos, mostrando que cerca da metade das vagas em funções mais operacionais, como: operadores de telemarketing, secretarias, corretores, carteiros, jornalistas, desenvolvedores de software, entregadores e outras assemelhadas terão sumido pela inclusão de programas (aplicativos) e robótica, suficientemente apoiados por rotinas compostas de algoritmos cada vez mais inteligentes. Isso se estenderá a processos, equipamentos, dispositivos e outras soluções tecnológicas emergentes e completamente adaptadas às novas realidades.

De acordo com a Federação Internacional de Robôs (IFR, em inglês) atualmente o país com mais robôs em suas plantas produtivas é a Coreia do Sul, 437 para cada 10.000 trabalhadores; seguido do Japão, 323 para cada 10.000 trabalhadores e a Alemanha, 282 para cada 10.000 trabalhadores.

Contudo, a corrida continua, mês a mês, ano a ano e esse indicador cresce, em termos de robôs tradicionais (mais vinculados às indústrias) e de robôs de software (estes mais ligados aos serviços e aos processos). Nessa segunda categoria se incluem os programas desenvolvidos para decisões administrativas, apoio as decisões, acesso a imensos bancos de dados, melhorias em processos, condutores de veículos etc.

Ao final, todo esse horizonte original por vir acarretará substanciais modificações nos processos, nas atividades e nas tarefas a se realizarem pelos seres humanos, para a excelência do funcionamento das empresas, levando a perda de importância, e até ao desaparecimento de algumas funções, transformações radicais em outras e, por fim, o aparecimento de impensáveis hoje profissões e especialidades a serem executadas pelas pessoas.

Para algumas empresas, a logística é fator crucial, principalmente àquelas que movimentam, estocam, separam, embalam e fazem a entrega final de produtos tangíveis, volumes diversos, pacotes e afins. Atender as expectativas dos clientes (hoje cada vez mais preparados tecnologicamente), minimizar os custos, promover a integração entre as soluções, aplicar práticas sustentáveis e aumentar a competitividade representam ingredientes básicos na cartilha de qualquer gestor criativo.

Permeando todos os fatores de sucesso mencionados anteriormente, encontram-se as tecnologias da informação e os sistemas de informação, elementos que hoje fazem parte (na verdade, imprescindíveis) do DNA administrativo de qualquer organização. Especificamente tendo como referência as movimentações de materiais, incontáveis conjuntos de componentes pertencentes às categorias hardware, software, redes, dispositivos inteligentes e robôs se configuram soluções detentoras das melhores produtividades e eficácias.

Especificamente tendo como propósito a movimentação de materiais, introdução de novas soluções para a logística e adaptação obrigatória aos ambientes de negócios futuros, o drone [veículo aéreo não tripulado (VANT), ou veiculo aéreo remotamente pilotado, (VARP)] se apresenta como tecnologia possível, depositária de retornos diferenciados, se levados em consideração o custo; competitividade, agilidade na operação e, principalmente, viável, tendo como alusão a sempre buscada fórmula custo/benefício/serviço ao cliente.

O drone, originalmente zangão, em inglês, na Suíça, por exemplo, está sendo usado para entregar documentos em vilarejos distantes, substituindo carteiros humanos e equipamentos convencionais.

Isso em dias de condições atmosféricas boas e mesmo, o diferencial, em dias de condições atmosféricas extremas. Nos Estados Unidos da América (EUA) a Amazon (com os Octocopters) está em fase experimental de entregas rápidas por meio dos drones, sendo observada e possivelmente seguida pela FedEx, DHL, Walmart e outras empresas que usam logística em seus modelos de negócios.

Esse genuíno objeto voador identificado é equipado para resistir heroicamente aos trabalhos pesados, mesmo em ambientes hostis, tendo, dependendo da finalidade da sua criação, muitas utilidades. A tendência natural é enxergá-lo como um equipamento de controle remoto, a partir de uma base, normalmente funcionando por meio de ondas de rádio, que permite ao seu manipulador (piloto) o total controle sobre as partes que o movimentam, o direcionam, acionam os seus dispositivos (podem existir instalados no drone dezenas deles) e o seu comportamento geral.

Inicialmente utilizado em fins militares, os drones estão se tornando interessante alternativa para usos comerciais, voltados aos negócios e às empresas, como: portadores de câmeras de vídeos para acesso a áreas inóspitas ou não (casamentos, por exemplo), realização de trabalhos em ambientes poluídos e letais aos seres humanos, vigilância, segurança (polícia, por exemplo), fiscalização do meio ambiente, entrega de mercadorias (que tal, pizzas, por meio do DomiCopter, da rede Dominos? Ou medicamentos?), entre outras. Tudo indica que não há limites no uso…

Nas manifestações acontecidas na cidade de São Paulo, em 2016, em algumas delas o jornal Folha de S. Paulo, por meio de parceria com a empresa controladora de drones, utilizou um deles, que sobrevoava as pessoas e colhia as imagens que seriam utilizadas nas suas reportagens e em seus outros meios de informação.

Drone octocopter em pleno voo, sendo testado pela Amazon.

“Drone octocopter em pleno voo, sendo testado pela Amazon.”

 

Pilotar um drone é uma profissão? Sim!!! E, em alguns casos, é necessário até copiloto (um assistente).

Segundo os relatos desses profissionais, os comandos dos drones se apresentam mais próximos de um avião real do que de um brinquedo. Atributos como piloto automático, correção automática de rota, comandos especiais aos dispositivos embarcados, técnicas de pouso e de decolagem, verificações diversas nos instrumentos, entre outros componentes, fazem parte integrante nas suas construções.

No Brasil, hoje embrionária, e até amadora, a capacitação voltada aos pilotos de drone está em estado embrionário, não tendo ainda sido bem definidos os protocolos, a regulamentação do piloto, as certificações, os cumprimentos de normativas etc. Para os drones mais simples, exige-se, em média, 30h de aulas teóricas e 20h de voo. No Brasil, em 2016, a regulamentação, a cargo da Anac (Agência Nacional da Aviação Civil), estava em fase de estudo.

Entende-se que quanto maior o acúmulo de horas de voo, de experiências práticas e reais, horas de treinamentos mais avançados e dedicação do profissional, este se torna um especialista, permitindo a sua participação em missões mais complexas e mais rentáveis. Ter-se-ão dessa forma, níveis de profissionalização bem determinados.

Sedimentadas as utilizações, o drone como elemento primário será o responsável por uma nova indústria, totalmente conectada à Economia Criativa (EC), da qual farão parte diversos setores: software para o controle dos drones, manutenção dos dispositivos e dos acessórios, iniciativas de marketing, locais de pousos e decolagens e outras profissões correlatas. Não é possível hoje prever a dimensão dos negócios criativos totais exequíveis.

Uma pergunta pertinente: em se tratando de EC, em um dado momento futuro, os agora necessários pilotos de drones, atores de uma profissão inovadora, serão substituídos pelos robôs?

Sem dúvida, a evolução tecnológica deverá permitir isso…

Conteúdo produzido pela redação da revista Criática.

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