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Divagações sobre o mau e bom humor


O mau humor, segundo alguns psiquiatras, é uma disfunção e que não deve ser confundida com um traço de personalidade de uma pessoa. O nosso temperamento, de fato, começa a ser formado a partir do nascimento, sendo um fator hereditário e é por isso que se pode logo antecipar se uma criança será um adulto introvertido ou expansivo. Isso é o que se chama de traço de personalidade.
Com o mau humor é diferente.

A maior parte das pessoas não nasce mal-humorada. As que nascem com essa característica estão doentes!!! O mau humor é uma disfunção. Aliás, o mau humor crônico é uma doença conhecida como distimia, identificada por um conjunto de fatores.

Mas ninguém pode ser chamado de doente se ficar mal-humorado depois de enfrentar um congestionamento de duas horas e chegar muito atrasado ao trabalho… Também não é necessariamente doente aquele indivíduo que não ri das piadas dos outros!!!

O mal-humorado encontra muitas dificuldades para se divertir. Ele geralmente não consegue rir nem quando assiste a uma boa comédia. E para se justificar, diz que o filme não tem humor inteligente e que as outras pessoas riem de qualquer coisa. Mas não se pode esquecer que o excesso de bom humor também é classificado como doença chamada de euforia. Ela caracteriza-se pelo exagerado sentimento de otimismo, que altera o senso de realidade. A pessoa que sofre de desequilíbrio de humor perde a responsabilidade sobre as próprias atitudes. Entretanto, a pessoa normal (!!!) é aquela que precisa rir de forma moderada e não pode abrir mão de dar, todos os dias, umas boas gargalhadas, pois isso lhe traz vários benefícios, inclusive para a sua própria saúde.

Por sinal, para levantar a moral de seus funcionários em tempos difíceis, as empresas localizadas nos principais países do mundo, o que obviamente inclui o Brasil, têm recorrido a um expediente que poderia ser considerado excêntrico há alguns anos, isto é, a contratação de especialistas que promovam uma terapia do riso para seus empregados. Um exemplo do que eles fazem é a ioga do riso, criada na Índia nos anos 1990 e que propõe exercícios que simulam as risadas até que elas se tornem reais e contagiem as pessoas. Nessas sessões, o objetivo é que as pessoas possam liberar endorfinas, pois gargalhar melhoraria a disposição das pessoas e o seu rendimento no trabalho.

O riso ocorre em presença de duas grandezas: de um objeto ridículo e de um sujeito que ri, ou seja, do ser humano. O ser humano, para adaptar-se à vida e à sociedade, articula duas forças complementares: a tensão e a elasticidade. Com isso, ele consegue comportar-se e adequar-se ao seu grupo. Com essas forças, ele sabe o que fazer, quando fazer e como fazer perante ao seu grupo social.

Entretanto, se em algum momento lhe faltar tensão ou elasticidade suficientes, ou seja, quando por algum motivo a pessoa não souber passar de uma forçar para outra, ocorre algo que se chama de rigidez.

No seu livro O Riso – Ensaio sobre a Significação do Cômico, Henri Bergson explicou: “É a rigidez que provoca o riso; isto é, ele é a maneira que um grupo tem para corrigi-la. O riso é uma reação natural de um grupo, pode-se acrescentar também que o riso é uma atitude pessoal, mesmo que esteja inserido dentro de um coletivo. A rigidez pode ser física, de caráter ou do comportamento. O riso, entretanto, nem sempre tem uma explicação adequada e pode-se rir até de um acontecimento ‘sem graça’. Às vezes, o mesmo fato pode provocar o riso de alguns e profunda compaixão em outras pessoas!?!? Outra vezes ainda, rimos de algo ou de alguém um tempo depois. Isto dá uma pequena amostra sobre a natureza misteriosa, pessoal e inconsciente do riso. Pode-se rir de um acontecimento que não inclui o verbal, como um tombo, uma careta, a visão de alguém que é muito gordo ou corcunda e assim por diante.”

Realmente, o humor é o traço marcante dos profissionais das organizações que realmente adotam o empowerment (dar poder aos funcionários ou “empoderá-los”). Na realidade, o divertimento, a alegria, as risadas e as brincadeiras não deixam de ser ferramentas de poder pessoal.

Antigamente, os reis tinham os bufões e não se pode esquecer que o bufão era a única pessoa que podia se aproximar deles e fazer alguns comentários sarcásticos…

As risadas que são dadas pelos empregados de uma organização permitem uma redução do clima tenso que vivem dentro dela, principalmente quando não se vive em tempos de grandes lucros (ou até de prejuízos…), e com isso também há a diminuição de problemas cardíacos, distúrbios digestivos, gripes e outras doenças e lesões.

As risadas e o bom humor, de acordo com a comunidade médica, ajudam e fazem tão bem à saúde que contribuem para a cura de suas doenças. Por isso, aí vai uma importante sugestão: decore o seu ambiente de trabalho com itens que estimulem todos os seus sentidos. Convide a sua “criança interior” a criar maneiras mais estimulantes de dar alegria ao seu trabalho, fazendo com que o fator humor esteja presente em cada tarefa que realizar.

Para alcançar isso, pendure na parede umas tiras de histórias de quadrinhos favoritas, fotografias engraçadas (não deixe de colocar alguma sua…), citações cômicas ou qualquer outra coisa que estimule o seu lado hilariante.

Antes de sair de sua casa para o trabalho, dance (ou rebole ao menos…) de pijama em frente ao espelho para começar o dia sorrindo e se logo que chegar ao trabalho tiver que participar de uma reunião, abra-a com uma “rodada de piadas” inteligentes!!! No entanto, não se esqueça que a boca é o aparelho excretor de nosso cérebro e capriche para que não saiam daí algumas bobagens. Se bem que se você disser uma bobagem com bastante convicção, ela pode acabar se tornando um pensamento profundo (!?!?) do tipo: “Toda mulher deve se colocar num pedestal para que especialmente os homens possam olhar bem as pernas dela.”

Para proporcionar ao leitor(a) da Criática, um pouco de humor e riso que vêm à tona pela linguagem verbal, aí vão quatro piadinhas:

Mineirinho ladino

Numa estradinha, o mineiro dono de um alambique atravessa a pista com seu tratorzinho, sem olhar que vinha uma BMW novinha. Ele simplesmente destrói o carrão. O dono da BMW sai que é uma fera em cima do mineiro, que diz:
– Carma moço, tudo se resorve.
– Resolve nada, seu *&¨%$#!
– Carma… toma uma aqui da minha fazenda, é da boa… que o sinhô vai se acarmá…
O cara toma uma.
– Carmô?
– Acalmei nada!
– Então toma mais uma.
Depois de uma meia dúzia…
– Carmô?
– Sim, agora sim!
Intão agora nóis vamu senta aqui i eu chamo a polícia pra fazê o tar di testi di bafômetro i vê quem qui tá errado.

Surpresa após surpresa

– Doutor, alô, aqui é o caseiro. O papagaio morreu.
– Mas de quê?
– Carne estragada.
– Mas quem deu?
– Ninguém. Ele comeu de um dos cavalos.
– Meus puros-sangues?!
– É, doutor, foi de tanto puxar a carroça com água.
– Carroça com água?
– Para apagar o incêndio.
– Mas que incêndio?
– É que caiu uma vela do velório e…
– Santo Deus, que velório?
– Da mãe do doutor. Ela apareceu sem avisar e atirei, pensando que era um ladrão.

Correndo sério perigo…

O policial do 190 atende o telefone e vai logo anotando o pedido desesperado de socorro.
– Por favor, mandem alguém urgente! Entrou um gato na minha casa!
E o policial:
– Como assim, um gato?
– Um gato! Ele invadiu minha casa e está vindo na minha direção!
O policial não entende nada:
– Você quer dizer que um ladrão entrou na sua casa?
– Não, não! É um gato mesmo, desses peludos, que fazem miau!
­– E qual o perigo de um gato ter entrado na sua casa?
– É que ele vai me matar, caramba! E vocês serão os culpados!
O policial perde a paciência.
– Agora chega. Quem está falando?
– É o papagaio! Socorro!

Papagaio curioso e educado

Um homem comprou um papagaio, mas quando chegou em casa foi aquela decepção.
O papagaio resmungava, reclamava e xingava o dia inteiro. O dono tentou amansar o louro, lendo poesia, tocando música clássica, mas não teve jeito.
Passou a gritar, bater, ameaçar, mas o papagaio ficava pior e pior. Num momento de fúria, o dono pegou o papagaio e jogou dentro do freezer. O papagaio começou a xingar de tudo quanto era nome, mas em menos de 20s, calou-se sem terminar o último palavrão.
Pensando ter matado o papagaio, o dono abriu a porta do freezer e o louro começou o discurso:
– Sei que meu linguajar tem sido mais do que inapropriado a este ambiente familiar e que minha atitude não condiz com a atenção que o senhor tem me dado. Gostaria de apresentar minhas sinceras desculpas e colocar que daqui em diante me portarei adequadamente. Mas, só por curiosidade, o que foi que o frango fez?

 

Se você quer rir com mais frequência, leia Há!Há!Há! – O Bom, o Ruim e o Interessante do Humor, de autoria de Victor Mirshawka, pois encontrará nessa obra quase uma centena de boas piadas.
E se quiser aprender um pouco mais sobre como funciona e o quanto é importante o humor, leia Ha! A Ciência do Humor, de Scott Weems.

Conteúdo produzido pela redação da revista Criática.

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