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Por que o pau de selfie é tão amado e odiado?


Naturalmente, ninguém hoje ignora o que é selfie stick, ou seja, o “pau de selfie”, a genial tradução em português que descreve seu bastão extensor que tem preso na extremidade um smartphone ou uma câmera fotográfica, sendo de grande utilidade para ampliar o enquadramento de autorretratos, isto é, das selfies.

A princípio, poderia parecer um acessório tecnológico banal; entretanto, ganhou vida própria, inclusive foi incluído pela revista Time como “uma das melhores invenções de 2014”.

Pois é, protagonista de muitas gozações colocadas na Internet (e proibições como a de não poder entrar nos estádios de futebol no Brasil e de outros países), o “pau de selfie” é o gadget (“engenhoca”) mais falado, usado, discutido e ridicularizado da vida real e digital.

Escreveu Lulie Macedo na Folha de S. Paulo (23/1/2015): “Chamado de ‘pochete tecnológica’ por sua suposta cafonice, ou de narcisstick, algo como ‘bastão narcísico’, o acessório já foi debatido por seus efeitos no turismo (viajantes já obcecados por registrar a própria imagem agora o fariam de maneira mais explícita e às vezes desrespeitosa, com o bastão esticado na cara de alguém), nas relações sociais (seria o fim do ‘tira uma foto pra mim?’), na psique coletiva (estaríamos levando o narcisismo às últimas consequências) e, por fim, na segurança pública (não deixa de ser um artefato com o qual se pode agredir alguém).

De tão controverso tornou-se popular ou de tão popular tornou-se controverso?

Arrisco outra hipótese – o que o bastão trouxe de novo, já que selfies povoam o mundo há algum tempo, foi escancarar nossa vaidade e permanente necessidade de aprovação. É mais difícil ficar indiferente ao ato de empunhar uma vareta do que ao simples ‘autoclique’ com o celular.

O estardalhaço da cena incomoda não só porque ‘é ridícula’, como resumem os críticos, mas talvez porque nos lembre de nossa própria carência de admiração, atenção, pertencimento.”

E aí, caro leitor, você acha que tirar tantas fotos de si mesmo com o auxílio do “pau de selfie” é sinal de autoestima em baixa?

Conteúdo produzido pela redação da revista Criática.

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