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O mercado de arte na China está extraordinariamente aquecido, entenda por quê


A China é o país mais populoso do mundo – já chegando a quase 1,4 bilhão de habitantes – e também de outros grandes números, como, por exemplo, de cópias de pinturas, produzindo cerca de 60% de todas as reproduções de arte do mundo.

Na periferia da cidade de Shenzhen fica Dafen, que é intitulado o bairro da pintura a óleo e onde vivem cerca de 5.000 artistas. Por um preço razoavelmente módico, muitos deles podem elaborar para um cliente uma reprodução espetacular, digamos, de O Retrato de Adele Bloch-Bauer II, que em 2006 foi vendido por US$ 88 milhões, ou qualquer uma outra obra-prima seja do Van Gogh, Monet, Matisse, Picasso, ou qualquer outro. Essa região está repleta de lojas, ateliês e galerias – onde são pintadas e vendidas cópias de pinturas dos grandes mestres tanto das artes ocidentais quanto da arte chinesa.

Imagem acima: O famoso quadro do pintor Gustav Klimt, O Retrato de Adele Bloch-Bauer II.

Porém, também existe arte nessas cópias profissionais, pois a maioria desses pintores chineses ama tanto pintar que extrai muita satisfação nesse processo, mesmo que seja em uma imitação vendida por preços baixos. Assim, em Dafen, é possível comprar réplicas dos girassóis de Van Gogh por US$ 50.

Em 2004, Dafen foi elevada a modelo da indústria cultural. Na ocasião, o governo chinês, que estava respondendo a acusações de violações de direitos autorais do Ocidente, alegou que, graças às habilidades de imitação dos artistas chineses é que os consumidores de todo o planeta pediam ter acesso ao mundo da arte.

Atualmente, muitos artistas chineses famosos vão em busca das habilidades técnicas dos pintores de Dafen para finalizar seus próprios trabalhos antes de vendê-los pelo preço que o prestígio de seus nomes acrescenta às obras.

Você não gostaria de ter na parede da sua casa um “quadro” de Salvador Dalí, executado em Dafen, e pelo qual não pagaria mais que US$ 200? Em caso afirmativo, o primeiro passo é entrar em contato com alguém da Associação da Indústria de Arte de Dafen!

O assunto virou tema para um projeto do documentarista chinês Loh Yeuk Sun. Assista abaixo a um trecho de sua produção que recebeu o sugestivo nome de “Affordable Art” (Arte Acessível):

Engenheiro, mestre em estatística, professor, autor de dezenas de livros, gestor educacional, palestrante e consultor. Editor chefe da Revista Criática.

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